quinta-feira, 11 de setembro de 2014

EBD: Pecados capitais de uma liderança


Texto Áureo
Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e, movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Corá.
Judas 11

Verdade Aplicada
A vigilância e a prudência são ingredientes essenciais na vida de todo aquele que milita na obra do Senhor.                
                                                   
Textos de Referência
Neemias 5:14-17
Também desde o dia em que fui nomeado seu governador na terra de Judá, desde o vigésimo ano até ao trigésimo segundo ano do rei Artexerxes, doze anos, nem eu nem meus irmãos comemos o pão devido ao governador.
Mas os primeiros governadores, que foram antes de mim, oprimiram o povo e lhe tomaram o pão e vinho, além de quarenta ciclos de prata; até os seus moços dominavam sobre o povo, porém wu assim não fiz, por causa do temor de Deus.
Antes, também na obra deste muro fiz reparação, e terra nenhuma compramos; e todos os meus moços se ajuntaram ali para a obra.
Também cento e cinqüenta homens dos judeus e dos magistrados e os que vinham a nós, dentre as gentes que estavam ao nosso redor, eram meus hóspedes.

Erros ou Pecados?

Existe uma infinidade de fatores que pode induzir uma pessoa ao erro, tais como: incerteza, despreparo, desmotivação, motivação excessiva, relapso, falta de concentração, excesso de confiança, medo, receio, prazo apertado, falta de concentração, influências externas, descuido, ufanismo, parcialidade, emoções e uma gama de variantes tão extensa que para resumi-la foi forjado o famoso chavão: ERRAR É HUMANO. Basicamente iremos cometer incontáveis erros ao longo de nossa vida, e podemos sim aprender lições valiosas com eles.  É dito que as pessoas inteligentes aprendem com seus próprios erros, mas que as pessoas sábias aprendem com o erro de outras pessoas. Então de alguma forma, o erro faz parte do nosso crescimento contínuo, nos preparando hoje, para ações acertadas no amanhã. Obviamente, nem todo erro é igual, e suas conseqüências também não seguem um padrão, sendo seus efeitos maximizados ou minimizados pelos fatores “quem”, “quando”, “onde” e “porque”. Por exemplo, o chamado “Erro Ativo” tem seus efeitos sentidos quase que imediatamente, e recai diretamente sobre o responsável. Já o “Erro Latente”, é mais dificilmente sentido, pois vai crescendo em proporção e não é responsabilidade direta de alguém, mas sim de uma série de fatores.

Um líder cristão, certamente terá que lidar com todo tipo de erros, e inevitavelmente, alguns serão de sua total responsabilidade. Porem existe uma tendência maliciosa de usar o termo “ERRO” como um “eufemismo” para “PECADO”, e assim, artificialmente, aliviar o fardo pesado imposto por uma ação pecaminosa. Embora todo e qualquer pecado seja um “erro”, nem todo “erro” se caracteriza como um pecado. Assim, é importante frisar que este estudo vai tratar de “PECADOS” que um líder deve evitar cometer, e não dos erros cotidianos, que embora possam ser evitados pelo planejamento correto e execução adequada, podem sim acontecer em uma liderança.

A definição básica de pecado no grego é “hamartia”, e significa: “errar o alvo”. Pecar é desvincular-se do propósito original de Deus, que é alcançar determinado objetivo.Em se tratando de liderança cristã, existem certas atitudes que se opõem a forma como Deus instruiu aos seus escolhidos em como liderar seu povo, o que caracteriza uma desobediência a um mandamento divino, incorrendo em pecado.

Pecados Emocionais

Com o pecado não se brinca, e aquele que está ativo no exercício de liderança deve trabalhar preventivamente vigiando. Quem está sob a pressão da tentação deve se resguardar orando, resistindo ou até mesmo fugindo, dependendo da natureza da tentação. Portanto, é imprescindível conhecermos os principais pecados ligados à liderança e algumas de suas conseqüências (I Coríntios 6:18).

O pecado praticado, antes já fora um desejo e anteriormente, um simples pensamento. A linha que divide o pensamento e a ação é exatamente o desejo, o que faz dela tênue e muito frágil. Quando Jesus disse em Mateus 5:17, que veio não para abolir a Lei, mas para cumpri-la, ele deixou muito claro em seu sermão que o grande ponto falho daquela legislação era apenas ser punitiva com a “ação” do indivíduo, mas que agora, deveríamos também coibir maus pensamentos e extirpar desejos ruins, ou seja, Jesus nos ensinou a cortar a árvore do mal pela raiz, e não apenas evitar seus frutos. O pecado externo começa internamente, e assim devemos policiar com rigoroso zelo nossas emoções.

Assim como alguém definiu que há virtudes ligadas à emoção tais como o amor, a alegria e a paz interior, há logicamente seus contrapontos e contrastes em sentido pecaminoso. Nossa lista está longe de ser perfeita, e até sabemos que todos os pecados têm algum peso emocional, mas destacaremos aqueles que precisam ser considerados no estudo desta lição.

Soberba:
Humildade vem da palavra “húmus” que significa terra fértil, solo sobre nós. É a qualidade das pessoas que si procuram manter com os “pés na terra”, no nível dos outros. Ninguém é pior, ou melhor; todos estamos no mesmo nível, porque somente Deus está acima. Por isso devemos manter dignidade, cordialidade, respeito, simplicidade e honestidade com todos, se quisermos alcançar a Deus. Humildade é assumir seus direitos e obrigações, erros e culpa sem resistir. Agir diferente disto é uma arrogância, e uma negação da origem. De todos os pecados enumerados na Palavra de Deus, a soberba é provavelmente o mais sutil e o mais perigoso. De acordo com o texto de I Timóteo 3:6, ela tem origem no próprio Satanás, e é usado por ele como uma armadilha no coração humano para desfigurar a imagem daqueles que galgam posições elevadas. O que começa a ser uma obra para glória de Deus pode, de forma rápida e fácil, converter-se em glória para si mesmo. A soberba faz com que seu possuidor tenha um elevado conceito de si mesmo, colocando-se acima das demais (Provérbios 21:24). Geralmente, as pessoas que possuem tal sentimento costumam não ouvir os outros, acham que sabem tudo, elas dispensam bons conselhos porque acreditam que os outros não sabem de nada. A soberba é tida como a mãe de todos os outros pecados. Quem age assim cometerá sérios erros em sua liderança e trará sérios riscos e prejuízos a sua organização. A Bíblia é clara quando afirma que a soberba precede a ruína (Provérbios 16:18).

Mau humor
A vida é recíproca. Se nos relacionarmos bem com as pessoas, elas também se relacionarão bem conosco. Às vezes, não entendemos bem o significado da palavra “humildade”. A humildade que Jesus nos ensinou é ser como se não fossemos, e ter como se nada tivéssemos. Uma pessoa mansa e humilde de coração sabe conviver de forma amável com as demais. Embora esteja passando por momentos difíceis e de grande provação, não descarrega seu mau humor nas pessoas. Tal pessoa jamais se orgulha da posição que ocupa; do contrário, é capaz de perder para ver o Reino de Deus progredir. O relacionamento interpessoal, sem sombra de dúvida, um dos fatores que influenciam no dia a dia e no desempenho de um grupo, daí surge à necessidade de trocar informações sobre o trabalho e de cooperar com a equipe, o que, sem um bom relacionamento, fatalmente prejudicará a organização. É importante saber conviver com as pessoas, primeiro porque a Bíblia ordena e também, porque necessitamos de uma intensa interação devida às mudanças que ocorrem em todos os seguimentos da sociedade, da cultura ou até mesmo diante de troca de lideranças. O líder pode ser o motivo das pessoas entrarem e também de saírem das organizações. Disse Oscar Wilde:  - “algumas pessoas proporcionam felicidade aonde vão, outras proporcionam felicidade quando se vão”. Algumas fontes estimam que 65 por cento das pessoas abandonem as empresas por causa de seus gestores.

Coração impiedoso
Só que nunca ofendeu alguém, é que nunca precisou de perdão. Todos os seres humanos de alguma maneira, ofenderam alguém, principalmente o próximo a quem se ama. Um líder deve antecipadamente ter o seu coração tratado e curado pela graça de Deus, a fim de que sua vida dentro de uma organização cristã seja a mais sadia possível (Mateus 12:35). Quem não experimenta graça não pode dispensar graça, se não acusações, rancor e sentimento de vingança (Lucas 6:45). É imprescindível que um líder tenha um coração misericordioso e perdoador, principalmente quando alguém diz compor uma organização cristã. Jesus não especificou um limite para o perdão, mas deixou claro que devemos perdoar quantas vezes se fizer necessário (Mateus 18:21-22).


Pecados Relacionais

O líder cristão, como já dito em estudos anteriores é um servo não apenas de Deus, mas também de sua organização e dos seus liderados, e precisa trabalhar visando não apenas o sucesso da sua liderança, mas sim crescimento da obra de Deus como um todo, liderando com desprendimento e construindo um legado para as próximas gerações. Quem centraliza o poder em suas  por motivação mesquinha, erra duas vezes, pois além de se auto sobrecarregar, ainda deixa sua organização órfã quando não está presente. Obviamente isto não impede que a obra de Deus prossiga, pois o Senhor sempre terá peças de reposição para o trabalho, mas lança sim empecilhos, e todos aqueles que se tornam pedras de tropeço, serão retirados do caminho. 

Não raro se vê líderes omitindo títulos de livros que lêem, desestimulam o aprendizado em seminários teológicos e impedindo membros de participar de palestras, por serem inseguros, tudo tem que se iniciar neles. É como se sempre estivessem maquinando passar-lhe a perna e derrubá-lo de sua liderança.  Outra conseqüência dessa centralização excessiva é que, quando as coisas não vão indo bem, a culpa recai sobre ele. Na verdade esse tipo de postura faz com que os liderados fiquem desmotivados e até torçam para que as coisas dêem errado. Como já dissemos acima, a soberba é a mãe de todos os demais pecados. Os pecados a serem comentados a seguir não fogem a regra. Veremos como um líder pode pecar tão seriamente contra Cristo, contra si mesmo e a organização a qual pertence.

Centralização excessiva
A princípio não há de nada de errado em ser centralizador, o problema está em centralizar as coisas por orgulho. Existem lideres que são excessivamente centralizadores com o fim de impedir ou sonegar determinadas informações aos seus liderados. Esse é um tipo inseguro, que teme ser superado e perder sua posição. Na verdade, não podemos generalizar. Mas aqueles que agem assim não são democráticos quanto ao conhecimento, e quando se trata de Reino de Deus, podemos dizer que tais atitudes impedem a chegada de novos valores, desestimulam aqueles que sonham e almejam desenvolver uma visão dada por Deus, e impedem que outras idéias sejam colocadas, as quais poderiam até ser melhores e mais eficazes que a do atual líder.

A cobiça pelo reconhecimento
Ligado à soberba está a sede pelo reconhecimento. Também não há nada de errado em fazer as coisas pensando em ter reconhecimento alheio. O perigo reside quando uma pessoa está possuída desse desejo de reconhecimento como foi o caso de Caim, que, dando lugar à ira, matou seu próprio irmão (Gêneses 4:6-8). A cobiça é como uma bola de neve, ou seja, começa como algo muito pequeno e termina como uma grande avalanche, algo que pode causar grande destruição. Afinal de contas, não são as grandes raposas que destroem as vinhas, e sim as pequenas (Cantares 2:15). Temos exímio cuidado com as grandes rochas, porém, são as pequenas pedras que sempre nos fazem tropeçar. Muitos caem nos laços da cobiça, simplesmente porque os ignoram. Sansão é um exemplo clássico daqueles que acham que sempre se livrarão de cordas frágeis. Ainda que algo pareça muito insignificante não devem ser ignoradas. A Bíblia nos adverte: “não deis lugar ao diabo” (Efésios 4.26).

Agressividade
A agressividade é mais uma conseqüência de outros pecados sérios como a soberba, o ser cobiçoso de vanglórias e a inveja, como dissemos acima. A agressividade costuma ser na maioria das vezes de natureza verbal através de humilhações a alguém, o desprezo à idéia de outro, ofensas verbais, assédio moral, etc. seu mau humor bem como a sua agressividade faz com que este indivíduo não permaneça muito tempo na organização. Todo líder vive exposto asgrandes pressões, por isso deve exercitar a longanimidade e a paciência para evitar a agressividade (II Timóteo 3:10 e Hebreus 12:1). Observe o que nos ensina a Escrituras: “Assim como as moscas mortas fazem exalar mau cheiro e inutilizar o unguento do perfumador, assim é, para o famoso em sabedoria e em honra, um pouco de estultícia” (Eclesiástica 10:1). Assim como uma mosca pode estragar todo o aroma de um bom perfume, uma atitude errada por parte de um líder pode colocar uma organização em sérias dificuldades.

Pecados Laborais

Vimos até aqui que um líder pode cometer erros terríveis, pecando em suas motivações pessoais e no trato com as pessoas, mas graves falhas também podem ser cometidas no próprio afã pela realização de trabalho.  Em II Timóteo 3:2-4, Paulo recomendou vigilância no que tange a atuação de alguns líderes perniciosos, e esta recomendação contínua tão atual quanto no dia em que foi escrita. Fomos alertados que, nos últimos dias, haveria homens amantes de si mesmos, blasfemos, enganadores, avarentos, presunçosos, soberbos, desobedientes, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, cruéis, traidores, obstinados, orgulhosos e que fariam do evangelho uma causa de ganho. Estas palavras que Paulo disse a seu discipulo Timóteo, é uma verdade absoluta em nossos dias, dias, onde uma verdadeira “competição gospel” se estabeleceu, fazendo com que líderes extrapolem os limites do cristianismo genuíno em estratégias mirabolantes, até mesmo lançando mão de estratagemas anti bíblicas, a fim de atrair a massa para seus templos e através de recursos pirotécnicos e psicológicos, retirarem deste povo a maior margem de lucro possível. É claro que existe neste meio muita gente mal intencionada, mas a grande maioria acaba mesmo “pecando” pelo excesso, o que pode evoluir para um quadro grave de megalomania e narcisismo. Por outro lado, se muitos pecam na ação, tantos outros cometem o pecado da omissão, pois estão desiludidos com os rumos que o evangelho tem tomado nos dias de hoje, e conduzem a obra de Deus preguiçosamente, sem motivação e já satisfeito com suas conquistas passadas.

Agora trataremos de alguns pecados que se relacionam diretamente com o trabalho: a luxúria, a negligência e a preguiça.

Luxúria
Olhando rapidamente, parece que a luxúria não tem nada a ver com o trabalho. Ela é definida como “comportamento desregrado quanto aos prazeres do sexo”, seu sinônimo é lascívia, que, de igual modo, refere-se à incontinência, dissolução, corrupção. Todavia, aqueles que dão vazão a luxúria, sejam ocasionalmente ou como um estilo de vida acabam, por fim, afetando a sua vida em várias esferas, incluindo a profissional e como líder. Para sustentar a luxúria ou lascívia, o indivíduo se vê obrigado a tomar algumas atitudes, que certamente vão gerar conseqüências desastrosas. A maneira como alguns encontram para isso é laborando mais, o que talvez seja uma mínima minoria. O mais comum é a prática da exploração alheia em todos os sentidos, a prática da corrupção e improbidade administrativa. É também caracterizada por assédio a funcionário (a) ou membro de equipe, gerando o escândalo dentro da organização, seu enfraquecimento e até mesmo a sua dissolução.

Negligência
Enquanto a diligência é fazer as coisas com zelo, dedicação e amor, a negligência é a negação de tudo isso. Enfim, podemos dizer que a negligência é a maneira relaxada, desleixada e preguiçosa de fazer as coisas. Em qualquer organização eclesiástica ou secular, isso é percebido pelo falta de comprometimento, pela falta de entusiasmo, pela falta de energia. Quem é negligente tende a desperdiçar oportunidades e o próprio crescimento ou outra organização a que pertença (Provérbios 18:9). Nunca planeje metas se não está disposto a tomar atitudes para realizá-las. Veja a parábola do servo que recebeu um único talento sem nada produzir. E por que não o fez? porque era negligente e mau. Note que seu fim não foi dos melhores (Mateus 25:24-29).

Falta de ética (no falar)
A principal falta de ética no falar se chama fofoca ou mexerico. É uma atitude de maldizer com base em inverdade sobre determinada coisa ou sobre alguém. Tal estilo prejudica a organização como um todo. Há pessoas que fazem isso procurando logicamente obter alguma vantagem, mas por ser um comportamento que cedo ou tarde será descoberto, acaba se voltando contra a própria pessoa. Em nossos dias, isso já se tornou um padrão de vida para muitos, até mesmo líderes, os quais se envolvem em fofocas, e causam intrigas ao levantar questões da vida alheia, as quais muitas vezes visam destituir alguém de sua posição, seja por inveja ou falta de afinidade. Líderes que agem assim apenas geram desrespeito, estresse e má vontade em seus liderados.


Um antídoto para todo o pecado

Existem algumas atitudes que são fundamentais para que o líder possa encarar tais pecados e evitá-los, a saber: prudência na conduta pessoal sempre, orar, vigiar e ter um momento devocional consistente para resistir as astutas ciladas do diabo (Efésios 6:11).

Mesmo que alguém possa encontrar alguma coisa de positivo em alguns desses comportamentos, isso não passa de engano pueril. Os prejuízos são muitos diante de si mesmo, da igreja, e diante de Deus. O pecado sempre deve ser visto de maneira séria, com efeito regressivo. Daí deve haver uma maneira própria de encarar tais pecados.

Uma verdade que não apenas aquele que exerce liderança eclesiástica deve saber, mas sim todo cristão, é que nenhuma falha, erro ou pecado é maior que o amor de Deus. Nenhuma maldição tem mais poder que o sangue de Cristo vertido na Cruz. Confiadamente podemos dizer que por seu imenso amor, Deus é capaz de perdoar até o mais grave dos nossos pecados, desde que seja respeitado o processo libertador da remissão, descrito em Provérbios 28:13: Aquele que encobre suas transgressões nunca prosperará, mas o que confessa e deixa, alcança misericórdia.

Não se envergonhe por ter pecado, pois isto é inerente a natureza humana, mas jamais se acomode nele. O crente em Jesus eventualmente peca, mas não pode viver em pecado. Precisamos, portanto, identificar onde temos errado em nosso ministério, e quais pecados estão sendo praticados em nossa liderança, e tomar imediatamente uma nova postura diante de Deus e dos homens.

O primeiro passo é se “resolver” com Deus, confessar ao Pai nossas culpas, aceitar humildemente sua correção e mudar nossa postura espiritual. É fundamental que nos sentimos plenamente perdoados por Deus, pois somente assim poderemos passar para o próximo passo.

Se Deus já te perdoou, perdoe-se também. Não viva remoendo o passado ou revivendo erros antigos. Também não se engane achando que estará livre da lei da semeadura, pois daquilo que se planta, cedo ou tarde experimentará os frutos. Aprenda com os erros passados e literalmente, faça limonada com os limões azedos. Se não podemos escolher os frutos que colhemos hoje, podemos escolher as sementes que plantaremos a partir de agora. Resolva-se com esta verdade, e prepare hoje um amanhã melhor do que o hoje que você preparou ontem.


Finalmente, busque o perdão de todos os que foram atingidos pelo seu pecado. O homem se revela nobre ao reconhecer seu erro, e se dignifica ao tentar corrigi-lo. Certamente o líder que reconhece publicamente sua falha, busca o perdão de seus liderados e muda sua forma de atuação para melhor, ganha o respeito e a empatia do seu povo, e sua liderança prospera, sendo avalizada pelo Senhor.


Para conhecer com maior profundidade o perfil bíblico de um líder, participe neste domingo (14/09/2014), da Escola Bíblica Dominical.

Texto compilado da seguinte fonte:

Revista Jovens e Adultos nº 92  
Liderança Cristã Editora Betel

Comentários
Pb. Miquéias Daniel Gomes 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Quarta Fortíssima com o Pr. Marcelo Domeneghetti


A Quarta Forte deste dia 10/09/2014 foi FORTÍSSIMA, com a presença de um dos preletores oficiais do GMUH 2014, o Pr. Marcelo Domeneghetti, do Balneário Camboriú SC.  Foi sem dúvida um dos eventos mais aguardados do ano, idealizado pelo Ev. Lucas Gomes com uma ajuda providencial do nosso amigo e irmão, Pr. Sineilton Leal.  

Vários irmãos se deslocaram de cidades circunvizinhas para ouvir a mensagem do Senhor pela instrumentalidade deste renomado servo de Deus. Mas a noite teve muitos outros momentos abençoados, como a cerimônia cívica organizada pela congregação do Jardim Ludi e celebrada pelo Pr. Adriano Silva, os louvores entoados pelo Pr. Maximiliano Machado, cantor especialmente convidado, o desafio profético proposto pelo Pr. Wilson Gomes e a maravilhosa adoração do Grupo de Jovens da Assembleia de Deus na cidade de São João da Boa Vista - SP.

Baseado no texto de Atos dos Apóstolos 16, o Pr. Marcelo ministrou aos presentes sobre a incursão missionária de Paulo e Silas até a cidade de Felipo, que culminou com a prisão de ambos, em decorrência de sua oposição as forças demoníacas que dominava aquela localidade. 

Depois de um julgamento parcial e forjado, os homens de Deus foram condenados, tiveram suas roupas retiradas, foram açoitados, lançados em um calabouço e tiveram acorrentaram seus pés.

Com isso, Satanás tentou envergonhar os missionários, retirando deles o brilho da glória de Deus, a autoridade espiritual e a mobilidade ministerial. Porém, mesmo em situação tão humilhante, degradante e frustrante, na hora mais sombria e escura, por volta da meia noite, Paulo e Silas começam a cantar, e sua adoração é tão intensa, que todos os prisioneiros ouvem suas vozes.

A dupla não se deixa abater pelas circunstâncias contrárias e mantem intacta sua essência cristã e adoradora, preservando inatingível seu caráter espiritual, adorando antes, durante e depois.

Seus olhos não estão focados em toda a calamidade que os cerca, mas sim voltados para cima. Paulo e Silas sabem de onde o socorro pode vir, e que num dos piores momentos de suas vidas, a única saída é confiar no Senhor. A horizontalidade humana é substituída pela verticalidade divina, e qualquer possibilidade de lamentos e murmurações é sumariamente suplantado por cânticos e orações.

Mas o que de fato levou aqueles homens a cantar louvores em meio ao sofrimento? CONVICÇÃO! Uma certeza absoluta que a história não iria acabar daquele jeito, pois o final está sendo escrito por Deus, e a especialidade de nosso Senhor é exatamente livrar os seus filhos da aflição. É esta convicção que conforta o homem na tormenta, pois firma em seu coração a certeza que sua história está nas mãos de Deus.

Ação gera reação. Semeadura produz colheita. Quando Paulo e Silas começam a louvar, o presidio se silencia para ouvir o louvor. Um improvável culto tem início e a mensagem do Senhor se propaga em alta voz, calando o mal e a iniquidade latente naquele local.

Passo a passo (louvando no antes, no agora e no depois), Paulo e Silas vão construindo um cenário para Deus agir através da obediência, fé, fidelidade e adoração, e então, quando menos se espera, com o intento de quebrar os cadeados, Deus envia um grandioso terremoto sobrenatural que abala as estruturas daquela prisão (porque para os adoradores tudo que vem do céu é grande), e em segundos, os missionários estão livres de suas algemas.

Mas o livramento veio em larga escala, afinal as algemas de todos os presos caíram e todas as celas se destrancaram, pois o adorador se o epicentro do mover de Deus, gerando em sua volta um raio de ação onde as bênçãos de Deus fluem e impactam todos ao redor. Agora o presidio se torna em igreja, e presos convertidos, não fogem da prisão, pois ali tinham acabado de encontrar a verdadeira liberdade.

Deus está buscando adoradores verdadeiros e conscientes, pois este adorador, tem o poder de quebrar suas próprias cadeias e as cadeias de todos ao seu redor.

A grande festa se encerrou em grande estilo, com uma manifestação poderosa dos dons espirituais e salvação de alma. Nas palavras do preletor da noite, um culto nos moldes ensinados por Jesus, com pão, peixe e brasa.


Vídeo: A Escalada

Produzido em 2002 pela World Wide Pictures, a produtora do pastor batista Billy Graham, o longa metragem “A Escalada” (The Climb), é aqui no Brasil distribuído pela COMEV. Conta a história de dois alpinistas (Jason George e Ned Vaughen), que salvam a vida do filho de um grande magnata da cidade, e como prêmio e publicidade para a empresa, o milionário oferece uma viagem para tal “escala”. Agora, para realizarem o sonho de escalar o um dos mais famosos picos nas cordilheiras chilenas, eles terão que superar suas diferenças e realizaram esta jornada juntos.

O filme é muito bem avaliado dentro da cinemateca gospel, mesclando ação, drama, romance, aventura e uma boa pitada de comédia, além de uma fotografia espetacular.   A Escalada, trata temas como responsabilidade, maturidade, morte, relacionamento, orgulho, mentira, sempre se valendo de uma linguagem evangelística, sem abusar dos clichês inerentes ao gênero. É um excelente filme para se indicar a amigo não cristão, bem como para ser exibido em igreja ou para se assistir com a família. Uma lição de vida cristã.



terça-feira, 9 de setembro de 2014

Um sorriso para Jesus


Como fazemos a cada seis semanas, nesta terça feira (09/09/2014), um grupo de membros e obreiros de nossa igreja se mobilizou para honrar nossa escala e participar do culto de ensinamento em nossa Catedral Sede na cidade de Mogi Guaçu.

Todo o devocional da reunião foi conduzido pelo nosso pastor regional, Pr. Wilson Gomes, que priorizou o louvor, através de um coral de homens e outro de mulheres, além dos louvores avulsos com destaque para a participação especial do Pr. Maximiliano Machado.

Nosso ilustre pastor presidente, Pr. Gessé Plácido Ribeiro, fez as honras da casa e recebeu com muita cordialidade a caravana que se deslocou de Estiva Gerbi. Foi dele também as palavras que dão título à esta postagem, pois após uma leitura entusiasmada de Efésios 3:20, o Pr. Gessé convidou a todos os presentes para que abrissem um belo e largo sorriso para Jesus, e em contra partida, que todos olhassem para seus próprios problemas e gargalhassem deles, pois por maior que fossem, ainda seriam infinitamente inferiores ao poder de nosso Deus. Uma belíssima ministração profética de encorajamento que nos fez relembrar que o Senhor é poderoso para fazer tudo mais abundantemente além daquilo que nós pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera. E esta certeza é motivo mais que suficiente para literalmente, vivermos sorrindo e cantando.

Para fechar a noite, ainda ouvimos uma poderosa pregação da Santa Palavra através do Pr. David Romeiro, missionário que atua na cidade de Santa Rosa do Aguaray, no Paraguai. Baseado na vida de Ló, o homem de Deus nos alertou sobre o perigo existente em escolhas puramente carnais, e ressaltou que muitos dos problemas que temos foram adquiridos através de nossas próprias mãos. Mas também reforçou as palavras de nosso presidente ao dizer que estes mesmos problemas, se tornam em nada perante a grandeza de Deus.

Uma noite abençoada e muito abençoadora, que com certeza renovou nossas forças e colocou um belo sorriso em cada rosto, trazendo a nossa memória as razões infindáveis que temos para sorrir em todo tempo e o tempo todo.


Testemunho: Portas Abertas (Dca. Ednéia Marques Almeida)



 
Tenho tido muitas experiências com Deus ao longo da minha caminhada, e me faltaria tempo para contar sobre todas elas. Então, vou compartilhar com vocês apenas uma pequena parte da minha história.

Eu me mudei para Estiva Gerbi no ano de 2000. Deixei meus familiares em São Paulo e vim para o interior buscando uma vida nova. Quando cheguei aqui com meu filho nos braços, eu não tinha emprego e fui morar de favor. Minha cunhada Leni sempre me convidava para ir junto com ela nos cultos. Comecei a frequentar alguns, mas me converti mesmo em uma campanha de oração que estava sendo feita no propósito de que Deus abrisse uma porta de emprego para mim e meu marido. Deus tem seus meios de trabalhar e foi participando dessas orações que eu aceitei a Jesus, num dia do qual eu nunca vou me esquecer.

A partir dali minha vida mudou, meu filhinho que na época tinha um ano  e meio, estava agora sendo criado dentro da igreja. Eu conheci um povo diferente cujas vidas Deus estava usando para me abençoar. Através da vida de um casal, Deus abriu uma porta de escape para o meu marido. Depois deste livramento, Deus usou outro irmão da igreja que ofereceu um emprego registrado para ele. Meu marido aceitou e nós já podíamos pagar nosso próprio aluguel.

Com o tempo, é claro, o dinheiro foi ficando mais curto, e o salário dele já não dava mais para bancar o aluguel e nossa alimentação. Então surgiu a idéia de voltarmos para São Paulo, mas eu disse ao meu marido que se Deus nos havia trazido até aqui, ele não nos levaria de volta e abriria uma porta de emprego melhor. Colocamos nossa fé em ação e oramos ao Senhor dizendo que aguardaríamos até o dia 18 de maio de 2001; e se nada acontecesse, aí nós voltaríamos para a capital. Meu esposo fez então um voto com Deus de ser um dizimista fiel.

No dia 02 de Maio de 2001 meu esposo começou a trabalhar em uma das maiores empresas da nossa região (MAHLE), ele então aceitou a Jesus e algum tempo depois fomos presenteados com nossa filha. Para a glória do Senhor, meu marido trabalhou nesta empresa por mais de treze anos, provando de que a porta que Deus abre, ninguém fecha.

Louvo ao nosso Deus por ter toda a minha família na igreja. Eu e meu marido estamos cursando juntos a EETAD e meu filho é um dos integrantes do Ministério de Louvor Diante da Graça. Deus nos trouxe pra esta cidade com um propósito, e nada vai impedir que ele se realize em nós...

E é firmada nesta certeza que hoje estou servindo ao Senhor, sabendo que no tempo certo, novas portas se abriram para os meus.
 

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Quem é Satanás?

Embora uma das estratégias mais sabias em uma batalha seja o conhecimento sobre o seu adversário e as estratégias por ele usada, na pratica, muitos cristãos desconhecem quem de fato é nosso grande inimigo. Paulo explica aos convertidos em Éfeso, que nossa luta diária é contra os principados, as potestades, os príncipes das trevas e contra as hostes espirituais da maldade (Efésios 6:12).

Existe portanto uma vasta estrutura muito bem organizada que converge para a liderança maléfica de Satanás, que automaticamente se torna o arqui-inimigo da igreja. Porém a recomendação bíblica em relação a este adversário não é o enfrentamento, como muitos insistem em ensinar. O texto já citado diz que devemos nos revestir da armadura de Deus para estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo, logo nossa posição é a de defesa, enquanto o ataque pertence ao Senhor. A Bíblia nos ensina em Tiago 4:7, a “sujeitar” a Deus, “resistir” ao Diabo e então ele fugirá de nós. O homem que decide “enfrentar” a Satanás com suas próprias forças, indeferidamente, será derrotado e consumido.

Mas de fato, quem é Satanás? Mais uma vez, nossa fonte de pesquisa é o excelente site de estudos bíblicos Got Questions, que nos fornece algumas das respostas aqui esplanadas.

A crença das pessoas sobre Satanás vai do tolo ao abstrato. De um pequeno ser vermelho com chifres que senta sobre seu ombro motivando você a pecar, a uma expressão usada para descrever a personificação do mal. Entretanto, a Bíblia nos dá um retrato claro de quem é Satanás, e como ele afeta nossas vidas. Colocando de forma simples, a Bíblia define Satanás como um ser angelical que decaiu de sua posição no céu por causa do pecado e está agora em posição exatamente oposta a Deus, fazendo tudo a seu alcance para frustrar os planos de Deus para a humanidade.

Satanás foi criado como santo anjo. Isaías 14:12 possivelmente dá a Satanás o nome, antes da queda, de Lúcifer. Ezequiel 28:12-14 descreve Satanás sendo criado como querubim, e foi aparentemente o anjo criado em posição mais alta. Ele se tornou arrogante em sua beleza e posição, e decidiu que queria se assentar em um trono que fosse acima do de Deus (Isaías 14:13-14; Ezequiel 28:15; I Timóteo 3:6). O orgulho de Satanás o levou à queda. Repare as muitas afirmações no futuro em Isaías 14:12-15 (subirei, exaltarei, me assentarei, subirei e serei).

Por causa de seu pecado, Deus expulsou Satanás do céu. Com grande violência ele caiu vertiginosamente em direção a terra, e como muitos teólogos acreditam, promoveu grande destruiu, a ponto do criador precisar reformar o planeta (Genesis 1:1-2). Quando questionado sobre a atuação de seu maior adversário, Jesus testificou de sua queda declarando que tinha o visto cair como um raio (Lucas10:18). Desde então, Satanás, embora seja um ser espiritual, atua na atmosfera humana.

Satanás se tornou o governante deste mundo que funciona longe de Deus, é o príncipe das potestades do ar (João 12:31; II Coríntios 4:4; Efésios 2:2). Ele é um acusador (Apocalipse 12:10), um tentador (Mateus 4:3; I Tessalonicenses 3:5) e um enganador (Gênesis 3; II Coríntios 4:4; Apocalipse 20:3). Seu próprio nome significa adversário ou “o que se opõe”. Outro nome usado para Satanás, o diabo, significa “maligno” ou “caluniador”. Apesar de ter sido expulso do céu, ele ainda busca elevar seu trono acima de Deus. Satanás, de maneira fraudulosa, imita tudo o que Deus faz, esperando ganhar a adoração do mundo e incitar oposição ao reino de Deus. Satanás é a maior força atrás de qualquer falso culto e religião mundana. Satanás fará qualquer coisa e todas as coisas em suas forças para se posicionar contra Deus e contra os que seguem a Deus. Entretanto, o destino de Satanás está selado, e de acordo com Apocalipse 20:10, é uma eternidade no lago de fogo.

domingo, 7 de setembro de 2014

Escolha a melhor parte

Livremente inspirado na mensagem pregada pelo Pr. Luiz Carlos Cândido no Culto da Família em 07/08/2014

Lucas 10 nos narra uma interessante história sobre escolhas...

A casa está repleta de pessoas que ouvem atentamente as palavras do Mestre. Sempre que Jesus visitava a cidade de Betânia ele usava a sala de seus amigos (Maria, Marta e Lázaro) como templo. A jovem Maria está atenta às palavras do Senhor, mas sua irmã Marta está atarefada com seus muitos afazeres, afinal, os maiores sermões de Cristo sempre são finalizados com uma bela refeição, e ali há muita gente para se alimentar. Marta corre de um lado a outro; temperando a carne, cortando a cebola, colocando água pra ferver... O suor já desce pelas suas têmporas e o cansaço já começa incomodar. Ela passa pela sala e avista Maria sentada calmamente, imersa em cada palavra. É perfeitamente entendível a revolta dela com sua irmã – “Eu aqui me matando de trabalhar para atender toda esta gente e aquela folgada nem pra me ajudar!”.

Num surto de indignação, Marta se dirige a sala e descarrega sua frustração em... Jesus. – “Mestre, o Senhor não esta incomodado com o fato de Maria ficar aqui sentada sem nada fazer, enquanto eu me mato de trabalhar? Mande que ela vá me ajudar na cozinha agora mesmo!”

Jesus em sua brandura interpela Marta dizendo: - “Martinha querida do meu coração... Você tem trabalhado demais ultimamente. Tem tentado fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas na verdade pouquíssimas coisas são realmente importantes, e Maria escolheu a que mais importa”.

Muitos sermões têm se dedicado a censurar Marta por ter ficado na cozinha enquanto a mensagem era pregada na sala, mas repare que não é esta a atitude censurada por Jesus... Ele recrimina Marta por tentar retirar Maria da sala e não por ela mesma (Marta) estar na cozinha... Isto porque se não houvesse alguém trabalhando enquanto outros apenas ouviam, não haveria um jantar delicioso esperando por eles após o culto...

No Reino de Deus, para que muitas “MARIAS” possam desfrutar plenamente da ministração, algumas “MARTAS” precisam estar atarefadas na cozinha...  Em nossa vida eclesiástica, às vezes somos como Maria, apenas apreciando e sendo servida na sala de jantar; mas às vezes (e muitas vezes) seremos Martas, suando a camisa na cozinha, preparando essa mesma janta.

Mas nenhum cristão pode sequer pensar em viver apenas no labor, pois a semente da vida só é encontrada aos pés de Jesus. São suas palavras que nos fortalecem para as demais coisas. Portanto, quando o Mestre começar a falar, largue imediatamente seus afazeres e corra para ouvir sua voz, pois ela é o combustível que nos leva rumo ao céu.

Quando tiver que escolher entre a cozinha e sala, opte pela cozinha, pois poucos se aventuram por lá. Mas se Jesus estiver na sala, aí meu amigo, deixe as panelas e o fogão para depois e corra para ouvir os seus ensinamentos.

Escolha sempre a melhor parte...


Viagem da Indepêndencia

Da redação

Todos os anos nossa igreja realiza uma excursão, a fim de proporcionar lazer e diversão aos membros de nossa comunidade. Atentando a inúmeros pedidos, em 2014 mais uma vez visitamos a belíssima cidade de Poços de Caldas, no interior de Minas Gerais.

Como a data da excursão coincidiu com o feriado pátrio do 7 de setembro, ela foi nomeada de “VIAGEM DA INDEPÊNDENCIA” e contou com a participação de aproximadamente 100 pessoas divididas em 2 ônibus, sob a coordenação do Pb. Carlos Alexandre Alves de Lima. Foi um dia muito abençoado, onde todos puderam aliviar o stress acumulado, visitar pontos turísticos onde a criação do nosso Deus se revela em todo o esplendor, realizar compras de artesanatos locais e é claro, apreciar a boa culinária mineira, com seus queijos e doces maravilhosos.

Mas nada disso teria qualquer valor eclesiástico se não fosse realizada num clima cordial de fraternidade, onde foi possível estreitar laços e fazer novas amizades, participar do dia de irmãos queridos e conhecer um pouco mais daqueles que não estão próximos de nós no dia a dia. E esta comunhão é sem dúvidas a motivação que a cada ano nos impulsiona a organizar esta viagem abençoada e abençoadora, e devido ao retorno positivo que obtemos hoje, já estamos pensando na viagem do ano que vem.

Alguma sugestão para o nosso próximo destino? 


sábado, 6 de setembro de 2014

Grupo de Missões Ágape recebe Pr. David Romeiro (Paraguai)


Na noite deste sábado, 06/09/2014, mais uma vez fomos profundamente tocados pelo testemunho vivo daqueles que, deixando tudo para tráz, lançam-se sem reservas à terras longínquas, para com poucos recursos, levarem a Palavra do Senhor aos povos carentes de Deus.

O Grupo de Missões Ágape estava desfalcado, pois seu líder Cp. José Osvaldo acabou de passar por uma cirurgia e esta em recuperação. Mesmo assim, sob a coordenação da Dca. Carmem Silvia e do Cp. Alberto Rossi Chinchete, o departamento, promoveu uma grande festa missionária, e convidou para participar desta celebração, os nossos amigos da Casa Orebe e o Grupo de Pandeiros do Jardim Nova Odessa. Estas caravanas muito alegraram nosso coração, e louvaram com beleza e espiritualidade, preparando a congregação para o melhor da festa. Ficamos muito honrados também pela presença do Missionário Odair dos Santos, e sua esposa, Missionária Terezinha, que são os líderes do Departamento de Missões da Assembleia de Deus Madureira sediada em Mogi Guaçu, sendo o responsável direto pela grande obra que está sendo realizada em mais de 14 cidades paraguaias.

Pr. Davi Bazan, Casa Orebe e Grupo de Pandeiros 

O mensageiro convidado para esta noite, foi o Pr. David Romeiro, homem de Deus que há muitos anos tem dedicado sua vida para a realização da obra missionária no Paraguai, pastoreando atualmente na cidade de Santa Rosa do Aguaray. Filho de missionários, este servo do Senhor desenvolveu um grande amor pela vida de nossos irmãos guaranis, e na noite de hoje, compartilhou conosco algumas de suas experiências naquele país. Contou sobre a influência de seus pais, missionários pioneiros naquela localidade, e também de seu encontro pessoal com o Senhor Jesus. Falou-nos sobre as muitas dificuldades encontradas ali, tais como baixa renda da população, recursos limitados e tráfico intenso, mas ressaltou que a provisão do Senhor tem sido infalível.

Sem nenhuma dúvida, nenhum dos presentes ficou impassível ante as palavras emocionadas e apaixonadas deste pastor, que testificou sobre a urgência da obra missionária, e que Deus busca homens destemidos para abraçar esta obra, e que de alguma forma (indo, contribuindo ou orando), Deus conta com cada um de nós. O Pr. David realizou uma oração, em prol da obra missionária, para que o Senhor desperte o desejo e acenda a chama das missões no coração da sua igreja.