quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

EBD: O caminho da fidelidade conjugal


Texto Áureo
Não obstante, vós, cada um em particular também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido.
Efésios 5:33

Verdade Aplicada
A fidelidade conjugal é uma decisão que se toma com consciência, regada e movida pelo amor.

Texto de Referência
Efésios: 5.22-25

As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo.
Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.
Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.


Uma só carne

Após trazer a realidade cada elemento do universo, o Criador tinha por hábito avaliar a própria criação. Em regra geral, concluía que tudo estava “muito bom”. Mas houve uma exceção: A solidão do homem. Deus então fez Adão adormecer e de uma de suas costelas forjou a mulher. Ao despertar de seu sono e se deparar com a mais bela das criaturas, Adão compôs o mais belo (e romântico) poema de todos os tempos: “Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada". Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne” (Gênesis 2:23-24). O fato de Deus ter escolhido uma das costelas do próprio homem como a matéria prima da qual se origina a mulher não é mera coincidência. Nem da cabeça, para não se sentir superior a ele, e nem dos pés, para não ser por ele pisada; mas sim do lado, próximo ao coração. No texto original, o termo usado para identificar a “costela” é TSELA, que pode ser traduzida literalmente por “LADO”, e da mesma palavra se origina TSELEM, que significa “IMAGEM” ou “SEMELHANÇA”. Mesmo tendo funções distintas dentro de uma relação, homem e mulher, macho e fêmea, Adão e Eva, são duas faces de uma mesma moeda, reflexo um do outro, partes que se completam para formar o todo. Adão entende perfeitamente esta linda realidade que Deus engenhosamente planejara para a felicidade plena de sua mais amada criação, e então testifica para que todo o Jardim posso partilhar de sua alegria: Esta agora é ossos dos meus ossos, carne da minha carne...  Adão a chama de “Mulher”, Deus a chama de “Eva” e concede a ela um título muito especial: “EZER” (Gênesis 2:18).

A expressão “EZER” tem sido interpretada de diversas formas: ajudadora, auxiliadora, adjuntora. A tradução literal para esta palavra é “Ajuda” ou “Auxilio”, mas para os poetas inveterados (Adão manda lembranças), da mesma raiz etimológica podemos transliterar a palavra “Tesouro”. Assim, quando Deus diz que fará para ele uma “ezer”, está subjetivamente dizendo que dará ao homem o “maior e melhor” presente que ele poderá receber na vida. Salomão, um “especialista” na arte do casamento (embora tenha errado miseravelmente na quantidade), entendeu muito bem o propósito de Deus ao apresentar Eva para Adão: Quem encontra uma esposa descobre algo excelente: recebeu uma bênção especial do SENHOR (Provérbios 22:18). E tratando-se de benção conjugal, a recíproca também verdadeira.

Uma vez unidos, homem e mulher se fundem num único ser. O corpo de um passa a pertencer ao outro e os sonhos do outro passa a depender daquele um. Um vínculo é estabelecido no corpo, na alma e no espírito. Dois se tornam em um, num amálgama que já não se pode desfazer. Adão declarou está verdade em Gênesis 2:24; Jesus a validou em Marcos 10:12 e Paulo a ratificou em Efésios 5:22-35. É como se fossem duas folhas de papel coladas, dois tijolos cimentados, duas vigas de metal soldadas... É até possível separá-las, mas será inevitável marcas, ranhuras e danos permanentes. Separados, viverão para sempre como apenas uma metade, pois o “todo” que haviam se tornado, simplesmente deixa de existir.


A Fidelidade Conjugal

Vivemos um tempo de escassez de fidelidade na área dos relacionamentos. A cultura do descartável prega cada vez mais a superficialidade, frieza e distância (Mateus 24:12). A fidelidade conjugal é um caminho estabelecido pelo próprio Deus. É uma decisão movida pelo amor que se toma com consciência, liberdade e antecedência.O casamento não é meramente um acordo sexual que se mantém inviolável, mas um compromisso santo diante de Deus. Por meio desse compromisso, o homem aceita a responsabilidade de agir com fidelidade em relação à sua esposa. O Senhor considera esses votos como uma prova do desejo do homem de amar a esposa assim como Cristo amou a Igreja (Efésios 5:25). Quando o homem viola a lei do amor, quebra seus votos e enfraquece a aliança com sua mulher.

As evidências desse compromisso de amor são o altruísmo, a vontade de fazer o bem à pessoa amada e o desejo de viver em unidade.Para que uma relação perdure deve haver mutualidade, o que implica no envolvimento comum numa história de vida, no desenvolvimento de uma realidade partilhada entre o casal, na compreensão das semelhanças e diferenças entre eles e em um esforço mútuo para equilibrar a relação. Por isso a Palavra de Deus afirma que o marido deve amar sua esposa e a esposa deve, em uma missão conjunta, sujeitar-se a seu marido (Efésios 5:22-25).Amar e cultivar o romantismo, é investir no cônjuge, é buscar a sua felicidade e fazer do casamento não o cenário cinzento de uma vida monótona de rotina, mas um lugar de vida plena, radiante e cheia de conquistas.  (Hernandes Dias Lopes em “Casados e Felizes”).

A fidelidade conjugal é uma decisão que se toma com consciência regada e movida pelo amor. Ninguém é forte o suficiente para lidar com as paixões da carne sem ter se preparado para isso (Provérbios 4.23). Um cônjuge fiel fecha os olhos, tampa os ouvidos, evita lugares, pensamentos e momentos que o levarão ao pecado. O casamento precisa ser um jardim regado e cuidado todos os dias pela Palavra de deus. Por conseguinte, a prática do amor sacrifical levará à compreensão, comunhão e respeito e culminará na fidelidade (Cantares 6:3). A cama do adultério pode ser macia e cheia de encantos, mas ela deixa espinhos no coração, peso na consciência e tormentos na alma. Somente o temor do Senhor, o compromisso de fidelidade e o amor altruísta podem livrar os cônjuges da sedução, das propostas fáceis e das ofertas tentadoras.O apóstolo Paulo fala sem reservas e com clareza a respeito da importância e das realidades das relações sexuais no casamento (I Coríntios 7:3-5). 

Em uma época em que a esposa era considerada legalmente propriedade do marido. Paulo faz uma declaração muito a frente do seu tempo. Essa declaração instrui os casais sobre a responsabilidade de se relacionarem sexualmente de forma fiel. O sábio Salomão também registrou essa importância dando a clara evidência de que homem e mulher têm o direito a relações sexuais mútuas no casamento (Cantares 2:16).Paulo diz aos cristãos casados que as relações sexuais proporcionam prazer a ambos e constituem uma parte importante da vida conjunta. Indica, portanto, que o sexo deve ser freqüente e recíproco. Um cônjuge não tem permissão de negar o sexo ao outro. A Palavra de Deus é específica nesse sentido (I Coríntios 7). A grande preocupação de cada cônjuge não deve ser de obter prazer sexual, mas de proporcioná-lo. O maior prazer sexual deve ser o de ver o cônjuge sentir prazer. O casamento é uma aliança estabelecida pela Palavra de Deus (Hebreus 13:4).


A Bíblia e o Sexo

A mais relevante recomendação bíblica em relação ao sexo está registrada em Hebreus 14:4 - “O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros”. Este texto deixa muito claro que o sexo praticado dentro do casamento tem a benção de Deus, e que a expressão “leito sem mácula ou puro”, fala diretamente sobre a fidelidade conjugal. Infelizmente, muitos acabam interpretando este texto sob uma ótica legalista, e com isto desenvolvem o conceito de que o “sexo” deve ser “santo”, mas na pratica essa santidade consistem em conotar como pecaminosa qualquer pratica sexual que não esteja relacionada à fecundação. Com isto, muitos casamentos se deterioram já que o sexo passa a ser encarado pelos cônjuges como uma “obrigação”, tornando a relação sexual em um ato pesaroso, capaz até mesmo de provocar repulsa e promover culpa. A Bíblia, em nenhum momento condena o prazer sexual dentro do casamento, pelo contrário, ela o apresenta como um presente do criador, que ao presenciar a relação macho e fêmea testificou que aquilo “era muito bom”.

Em I Coríntios 7:3, Paulo aconselha aos casais que nunca privem seu cônjuge do prazer sexual, e em Provérbios 5:18-19, é recomendado que “o homem se alegre com a mulher de sua mocidade (virgindade), que em todo o tempo seja inebriado pelos seios dela e que constantemente se extasie com o seu amor”. E obviamente, aqui, a recíproca também é verdadeira. Em Gênesis 26:8, encontramos mais uma evidência do conceito bíblico para o sexo conjugal.  Quando Isaque peregrinou por Gerar, temendo represálias dos moradores locais, mentiu que Rebeca era sua irmã. Isso despertou o interesse do rei Abmeleque para aquela mulher, que decidiu sonda-la pela janela do quarto. Mas para sua surpresa, presenciou a intimidade do casal, que de acordo com o texto, estavam “brincando”, ou em outras palavras, “se divertindo durante a ato sexual” (versão sociedade bíblica britânica).

Porém, mesmo os cristãos mais liberais entre quatro paredes, ainda são incomodados pela dúvida de quais são os limites do sexo no casamento. Obviamente, esta é uma questão de cunho pessoal, e os parâmetros sobre o que “pode” ou “não pode”, varia de casal para casal. Mas para ser abençoado, o sexo precisa ser benéfico para ambos os cônjuges, e qualquer ato que provoque mágoa, culpa ou constrangimento a um deles, deve ser sumariamente abolido. Um excelente exercício para os casais que desejam levar a “Bíblia” para a “cama” é a leitura conjunta e sistemática de Cantares. Este livro gerou muitas controvérsias na história do cristianismo, pois muitos se negavam a aceitar sua espiritualidade, mas hoje já se entende a importância da obra dentro do cânone sagrado. Cantares de Salomão foi escrito por alguém que amava e era amado, falando explicitamente de amor, companheirismo, sexo, romance e poesia. Muitos terapeutas cristãos aconselham que a leitura conjunta seja realizada da seguinte forma: 

Crie uma tabela, associando as metáforas usadas no poema, com os elementos reais a que se refere (Por exemplo, no capítulo 7, Palmeira = corpo / cacho de uva = seios, / vinho = boca). Depois, realize a leitura substituindo a linguagem figurada pela literal, e assim, aprende a desfrutar de todo o prazer que o sexo pode fornecer, sem fugir das diretrizes bíblicas: “Dizia eu: Subirei à palmeira, pegarei em seus ramos; e então os teus seios serão como os cachos na vide, e o cheiro da tua respiração como o das maçãs” Cânticos 7:8.


Os desafios da fidelidade

Fidelidade significa um compromisso duradouro com o bem-estar e o crescimento do outro. É comprometer-se com integridade e felicidade para que cada dom, talento e capacidade tenha a oportunidade de desabrochar e florescer. Tanto o marido quanto a esposa são chamados a sacrificar-se pelo progresso do outro. Fidelidade significa que nos recusamos a tomar atitudes superiores um para com o outro. Devemos rejeitar os jogos pelo poder, a falsa superioridade e a hierarquia artificial nos relacionamentos. A fidelidade está intimamente ligada à honestidade e à transparência de ambas as partes.Quando Deus diz em Sua Palavra que o homem deve amar a esposa como Cristo amou a Igreja, cabe a ele descobrir como cristo o fez, para que saiba a maneira correta de agir (Efésios 5:25). As evidências do amor são altruísmo, a vontade de fazer o bem à pessoa amada e o desejo de viver em unidade. Geralmente o amor entre os cônjuges é associado de forma romântica e apaixonada, pois a vida de encantamento. No entanto, a afirmativa de Paulo leva ao amor que se fundamenta na disposição de sacrificar, sem vantagens, sem benefícios, em favor da esposa. O amor que nivela as diferenças é o amor sacrificial, o amor de renúncia, de doação e de entrega.O amor do esposo pela esposa é manifesto quando se perde vantagens em favor da esposa. É abrir mão do seu direito, é abrir mão do seu direito, é abrir mão da razão para ser feliz. É o amor do sacrifício. É dar a vida por ela como Cristo nos amou (I João 3:16).

O apóstolo Paulo ordena que a mulher seja submissa a seu marido (Efésios 5:22-24). Infelizmente, uma das maiores artimanhas do inimigo é esvaziar o sentido das palavras. Nenhuma palavra foi mais distorcida do que “submissão”. Precisamos, então, compreender o significado deste termo. Para isso, vejamos o que não é submissão. Submissão não é inferioridade. Devemos desinfetar a palavra “submissão” de seus sentidos adulterados. A mulher não é inferior ao homem. Ela é tão imagem de Deus quanto o homem. A mulher, de acordo com a Palavra de Deus, é auxiliadora, do marido e não uma escrava. Os homens devem coabitar com as mulheres com honra (I Pedro 3:7), isso é tão imperativo que está sob pena de suas orações serem impedidas. Nunca foi propósito de Deus que a mulher fosse hostilizada, como aconteceu ao longo da história, a ponto de serem mutiladas e impedidas em seus direitos civis e sociais. Muito pelo contrário, a mulher é vista na Bíblia como alguém tão digna de ser amada a ponto do homem ter que deixar pai e mãe para unir-se a ela, formando com ela uma só carne (Gêneses 2:24).Sem as mulheres e suas virtudes naturais dadas por Deus, os homens tornam-se seres dedicados apenas ao trabalho, à matéria, ao concreto e aos resultados estatísticos e financeiros. As mulheres são aquelas que convidam o homem a enxergar um lado da vida que sozinho não poderia enxergar. Mulheres são mais intuitivas, relacionais, afetivas e amorosas. O desejo de deus não é que ela esteja nem abaixo, nem acima do homem. Ela foi criada para estar ao lado do homem.

Em meio à enxurrada de informações do cotidiano, podemos receber com a maior facilidade o ataque desenfreado ao mais íntimo dos nossos pensamentos, com mensagens e convites para acesso fácil e rápido a pornografia. Ao mesmo tempo em que a tecnologia nos auxilia, também polui a nossa mente. Vê-se que a sexualidade está muito distorcida em nossos dias. Nossa tarefa, enquanto cristãos, é passar cuidadosamente e com integridade por tudo isso. Não devemos jamais alimentar nossa mente com pornografia, pois ela vagueia através dos pensamentos e pecamos, podendo inclusive nos levar a concretizar o pecado. A mente desocupada leva ao pecado (II Samuel 11:2).O pecado distorceu o sexo de muitas formas. A pornografia, seja por meio de revistas, da televisão ou da tela do computador, foi criada especificamente para alimentar pensamentos lascivos. Quanto mais os estimulamos, menos controle temos sobre eles. A pornografia é uma distorção da sexualidade, pois nela vemos uma sexualidade incompleta, voltada somente para o aspecto físico, uma atividade lasciva e um exercício manipulador sobre ouros. Somente com a ajuda do Espírito Santo podemos vencer a lascívia. Mesmo que os desejos da velha natureza guerreiem contra os membros do corpo, querendo que eles façam aquilo de que gostavam antes, nossa força vem da palavra de Deus (Gálatas 5:16).


Os benefícios da fidelidade

Deus valoriza a fidelidade e prometeu bênçãos transformadoras ao povo de Israel se fosse obediente e fiel a Ele (Levítico 26:3-13). Na vida conjugal, quando nos comprometemos com o nosso cônjuge, desfrutamos das bênçãos que uma relação a dois pode proporcionar.A fidelidade traz segurança e estabilidade para o casamento. A Bíblia declara que no temor do Senhor há firme confiança e Ele será um refúgio para seus filhos (Provérbios 14:26). A fidelidade proporciona segurança espiritual e emocional que é indispensável ao bom relacionamento conjugal. Fator indispensável à estabilidade no casamento. Sem fidelidade, o casamento desaba, As estruturas do matrimônio não foram preparadas para suportar o peso da infidelidade, cujos efeitos sobre toda a família são devastadores. A fidelidade estabelece confiança e segurança no casamento, que por sua vez cria um ambiente de estabilidade, um relacionamento seguro e duradouro em alicerces sólidos. É através da fidelidade que se cumpre em nossas vidas a Palavra de Deus (Mateus 19:6).A fidelidade é o princípio da verdadeira prosperidade entre casais e na família, e só é possível através do amor a Deus. Quem ama verdadeiramente é fiel. Se quisermos viver em prosperidade, precisamos buscar incessantemente a fidelidade. Ela traz em si a honra tanto para o Senhor quanto para o servo (Provérbios 8:17-18). Aplicando em nossos corações o amor incondicional, o amor de Deus, experimentaremos a verdadeira prosperidade em nossas vidas.

O princípio da paz em Cristo rege-se pela fidelidade a Ele e à Sua Palavra. Quando nosso coração se aplica à fidelidade no relacionamento, podemos deitar em nossa cama e com mente tranquila ter paz com Deus e com nossa família. Paulo, ao escrever aos Filipenses (Filipenses 4:6-8), fala de uma paz que excede todo o entendimento que guarda nossos corações e sentimentos. Vale a pena ser fiel, o resultado será traduzido no lar com o cônjuge e os filhos, e, consequentemente, em toda nossa maneira de viver.O voto solene de fidelidade no casamento não é uma mera formalidade, é um compromisso diante de Deus (Malaquias 2:14). A fidelidade deve ser praticada para preservação do casamento, da família e da comunhão com Deus.


Cordão de Três dobras

Em Eclesiastes 4, Salomão está discorrendo sobre as injustiças que permeiam o mundo, e como é difícil sobreviver a tantas intempéries. Então ele aconselha aos seus leitores a jamais estarem sozinhos, pois quando dois se unem num mesmo propósito, as chances de sucesso em uma empreitada são potencializadas.  Mas é no versículo 12 que encontramos uma importante observação feita pelo sábio rei: O cordão de três dobras não se quebra facilmente. Isto literalmente quer dizer, que mesmo um cordão frágil, quando é dobrado, ganha maior resistência contra rompimentos. Se houver uma terceira dobra, rompe-lo se torna um desafio ainda maior. E esta é sem dúvidas, uma excelente metáfora para o casamento pleno e duradouro. Se marido e mulher caminham na mesma direção, possuindo sonhos, ambições e projetos em comum, cultivando com esmero o respeito e a fidelidade, então dificilmente qualquer elemento externo terá a capacidade de minar sua relação ou desestabilizar sua casa. Mas é se um terceiro e ainda mais resistente elemento for inserido neste contexto? E se o próprio Deus for a “cola” que mantem unida as partes já consolidadas?

O Salmo 127:1 é incisivo ao afirmar que se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalha os que a edificam. Um casamento que se veda mantendo Deus do lado de fora, certamente estará fadado à ruína, suscetível a toda sorte de ataques e vulnerável às tentações. Somos dependentes de Deus para tudo. Paulo revelou aos corintos que na sua fraqueza, o poder de Deus se aperfeiçoava (II Coríntios 12:9). É obvio que nenhum casamento viverá apenas de dias felizes, afinal, nenhuma relação humana é completamente estável, pois somos seres sazonais, saturados de sentimentos e carregados de emoções ambíguas. Assim, até o mais salutar dos matrimônios enfrentará desgastes, frustrações e conflitos. Quando Deus participa ativamente de um casamento, Ele é a válvula de segurança definitiva, a garantia que haverá forças em situações de fraqueza e esperança em meio a lágrimas de decepção. Quando a troca de alianças e as juras de amor eterno são estendidas para Deus,forma-se um cordão de três dobras que nem mesmo o inferno pode romper.

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Para conhecer os princípios e passos para uma jornada cristã íntegra e frutífera através da FIDELIDADE, venha participar neste domingo, (08/02/2015),  da Escola Bíblica Dominical.

Material Base:
Revista Jovens e Adultos nº 94  - Editora Betel
Fidelidade - Lição 6 
Comentarista: Pr. Fabiano dos Reis Silva

Comentários Adicionais (em vermelho)
Pb. Miquéias Daniel Gomes 


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Anunciada nova diretoria da Quarta Forte

Idealizada em 2012 pelo Ev. Lucas Gomes, a Quarta Forte é um trabalho de cunho avivalista que visa o evangelismo e a edificação da igreja. Na noite desta quarta-feira, 04/02/2015, foram abertos os trabalhos para a terceira temporada, e o Pr. Wilson Gomes, aproveitou a oportunidade para anunciar a nova diretoria da QF para a gestão 2015.

O Ev. Lucas Gomes continua como diretor geral do trabalho, e como diretores adjuntos assumem o Pr. Eloi Buhl e o Ev. Jeferson Parísio. A Pra. Márcia Gomes continua como coordenadora.

Desejamos toda a sorte de benção a esta nova diretoria, e que a Quarta Forte 2015, logre êxito em todos os seus propósitos. 

Pr. Eloi Buhl, Ev. Lucas Gomes e Ev. Jefferson Parísio

Quarta Forte - O Deus dos Esquecidos


Cercado apenas de suas ovelhas, o pequeno Davi vivia sossegadamente sua rotina, enquanto o mundo sequer percebia sua existência. Enquanto isso, Saul, o poderoso rei de Israel, em decorrência de sua constante desobediência, era rejeitado por Deus, que ordena a Samuel para que vá ungir um substituto para o trono. Enquanto seus irmãos, homens de garbo elegância, com experiência militar comprovada despontam como favoritos ao posto, Davi é esquecido até mesmo por seu pai... Mas o que acontece na solidão do campo não passe desapercebido pelos olhos de Deus... Por trás das vestes de pastor, Deus observava um coração que pulsava no mesmo ritmo que o seu. Enquanto todos se guiavam pela aparência, o Senhor sondava o conteúdo. E Davi estava cheio de fervor de espírito e com a adoração transbordando de sua alma.  E então Deus o escolheu... No esquecimento da maioria, o Senhor se lembrou do esquecido, e ninguém em sua casa pode assentar na mesa para o banquete daquela manhã, antes de Davi ser ungido o novo rei de Israel.

E foi com esta mensagem intitulada “Deus dos Esquecidos”, que o Ev. Lucas Gomes inaugurou a terceira temporada da Quarta Forte, na noite desta quarta-feira, dia 04/02/2015. O trabalho retorna com força total, com uma oração poderosa pela restauração dos ministérios esquecidos, afim de que talentos enterrados sejam postos em prática outra vez. Como já é tradicional, a Quarta Forte recebeu diversos amigos de toda a região, e contou com a participação musical dos cantores Bêne Wanderley, Talita Parísio, Hellen Gomes e Vasti Marques. 

A Quarta Forte estará de volta na próxima semana, e você é nosso convidado especial!


Vídeo: Por que eu, Senhor?

Por que eu, Senhor? (Me Again), é uma “comédia gospel” estadunidense produzida em 2012, dirigida pela dupla David White e Jeffrey Peterson; distribuída no Brasil pela “Graça Filmes”.

Para quem vê de fora, Rich Chaplin (David A. R. White) tem tudo aquilo que qualquer pastor e homem de família pode querer. Mesmo assim, ele acaba perdendo de vista todos os planos de Deus, incluindo sua família, e começa a querer ter uma vida diferente. Então, de repente, ele se vê dentro da vida de todos aqueles que a sua indiferença, de algum modo, afetou.

Essa inesquecível viagem fará com que Rich passe a ver a vida pelos olhos dos mais diversos tipos de pessoas – como, por exemplo, sua esposa, o namorado de sua filha e uma senhora idosa (Della Reese) – e, até mesmo, de um peixinho dourado! Em meio a tudo isso, ele precisará entender que pode estar perdendo a única chance de amar e fazer a diferença naqueles que lhe são mais importantes. Junte-se a Rich nessa jornada louca e hilária, que mudará o viver dele para sempre!




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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

A Tarde da Benção voltou!


Por: Pra. Márcia Gomes

Na tarde desta terça feira, 03/02/2015, finalmente a nossa tradicionalíssima Tarde da Benção retornou em definitivo para a sua sexta temporada. E nosso retorno foi em grande estilo, com um culto muito abençoado e participações mais que especiais.

Toda a nossa equipe está de volta, mais empolgada do que nunca, afim de trazer para 2015 uma Tarde da Benção ainda melhor, com muito mais de Deus. Nesta reestreia, fizeram as honras da casa a Pra. Márcia Gomes, a Dca. Edna Abreu e a Dca. Ednéia Marques. O cantor Benê Wanderley, também participou do nosso devocional, emocionando a todos os presentes com sua bela voz.

O convidado especial da tarde foi o Pr. Maximiliano Machado, que contou com toda igreja, e nos trouxe uma série de conselhos inspirados nas páginas da Sagrada Escrituras (Jeremias 30:22 / Gêneses 1:27, 13:1-13 / Salmos 19:1 / Isaias 40:28 / João 1:3 / Atos 17:24); e conclui dizendo: Deus é Santo, Soberano, Maravilhoso e muito mais...

Aguardamos você na próxima terça!

Testemunho: Uma Nova Chance (Ronaldo Ribeiro Almeida)




Dia 09 de maio de 1999. Uma sexta feira. Tudo começou quando eu saí do trabalho, e fui até a casa da minha sogra para ver meu filho Henrique, que tinha apenas 15 dias de nascido.

Por volta das nove horas da noite, quando voltava para minha casa, no meio do caminho encontrei um colega que me convidou para ir com ele até uma lanchonete tomar uma cerveja. Ainda naquele dia, minha esposa Néia havia me pedido para não ir naquele lugar, mesmo assim, aceitei o convite, e ficou combinado que ele me traria pra casa de carro. Entre uma cerveja e outra, as horas foram avançando, e ao invés de ir embora como o combinado, continuei na lanchonete com outros amigos que tinha encontrado ali. Já passava das três da manhã quando decidi ir para casa, mas ainda na porta do estabelecimento, me encontrei com outro colega que chegava. Ele queria de toda maneira que eu voltasse para bebermos juntos, e enquanto conversávamos, um carro se aproximou e dois elementos desceram e vieram em nossa direção.

Eu estava de costas, e senti que alguém tocou em minha cintura. Quando me virei para ver quem era, ele atirou em mim a queima roupa, e imediatamente, cai sentado no chão. Meu colega, que era o alvo, saiu correndo e os dois homens foram atrás dele. Há poucos metros ele foi alcançado, e alvejado com vários tiros, alguns deles na cabeça. Então, eles voltaram para terminar o serviço comigo, mas eu já tinha conseguido me arrastar dali. A minha mãe, Elza, morava a poucos metros do local, e ao ouvir o barulho dos tiros, ela se levantou para orar pelas vítimas, mesmo sem saber que uma delas era eu.

Me levantei com muita dificuldade e desesperadamente tentava chegar a minha casa. No meio do caminho tive a ideia de ir por uma rua menos movimentada e, portanto, uma rota de fuga menos provável, na esperança que não me procurassem ali. Eu estava sangrando muito e só pedia a Deus que me desse uma chance de viver, pois tinha quase certeza que não sobreviveria. Por um milagre, consegui chegar em casa. No portão, chamei por minha mãe que saiu na janela, e disse a ela que tinha sido baleado. Num primeiro momento, ela mal acreditava em mim, mas então, eu perdi os sentidos e desmaiei ali mesmo, deixando minha mãe apavorada.

Por providência divina, uma de nossas vizinhas estava chegando em casa naquele exato instante, e foi ela que prestou socorro, me levando em seu carro até o hospital do Campo Limpo na Zona Sul de São Paulo. Ali, a polícia já me aguardava, e antes mesmo de receber atendimento, fui enquadrado e revistado. Houve muita demora nos primeiros socorros, sendo que os médicos e as enfermeiras me pediam calma. Quando fui levado ao centro cirúrgico, vi meu colega morto na maca ao lado, e ouvi um dos médicos dizendo que eu seria o próximo, pois dificilmente iria resistir. Fui anestesiado. Quando acordei, estava entubado e num corredor gelado, pois não havia vaga na UTI, e ali permaneci até o dia seguinte, quando surgiu a oportunidade de ir para um quarto. Ali, fiquei internado por nove dias.

O tiro que eu levei perfurou o pulmão, o intestino e o esôfago.  A bala atravessou do lado direito para o esquerdo, percorrendo todo o corpo. Tive que fazer fisioterapia, pois minha respiração ficou comprometida. O médico me deu alta no nono dia de internação, pois temia que eu contraísse uma infecção hospitalar. Ele também me disse que por muito pouco não tinha ficado paralítico. Me aconselhou a deixar a cidade de São Paulo e procurar uma igreja imediatamente, pois tinha nascido de novo.

Segui o conselho do Dr. Claudio... Moro em Estiva Gerbi há quinze anos e hoje sirvo a Deus. Ele é bom o tempo todo, e até aqui tem me sustentando.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Quem eram e o que faziam os LEVITAS?

Muitos músicos evangélicos estão utilizando o termo “LEVITA” para identificar seu próprio ministério. Infelizmente, alguns destes “levitas modernos”, se quer, tem conhecimento sobre quem eram de fato os levitas, e a sua real função na Casa do Senhor. 
Levi foi o terceiro filho de Jacó com sua primeira esposa, Lia (Gênesis 29:34). Algumas gerações depois, seus descendentes foram escolhidos para exercer o culto em Israel e zelar pela Casa do Senhor. “Levi”, então, se tornou uma tribo diferenciada, separada das demais tribos, com tarefas especiais, mantendo em funcionamento os sacrifícios no templo de Jerusalém. Durante a peregrinação no deserto, eles trabalharam ativamente na construção da Casa de Deus, sob a supervisão de Itamar, um dos filhos de Arão (Alias, Arão e Moisés eram levitas). Depois deste trabalho concluído, passou a ser deles a incumbência de zelar pelo Tabernáculo, desmontando-o no momento da partida, para remontá-lo em outro lugar indicado pelo Senhor (Números 1:47-54).
Embora os levitas não fossem sacerdotes, eles eram auxiliares diretos do sacerdócio, com cada família desempenhando um trabalho específico na casa do Senhor. No caso do Tabernáculo; os filhos de Coate estavam incumbidos de transportar os móveis, depois que os mesmos fossem cuidadosamente cobertos pelos sacerdotes; os filhos de Gérson cuidavam das cobertas, cortinas e véus do Templo e os filhos de Merari tinham a tarefa de transportar e erguer a armação do Tabernáculo e seu átrio, conforme Números 3 e 4. Um levita iniciava suas atividades aos 21 anos de idade e se “aposentava” aos 50 (Números 8:24-26). Quando a Arca da Aliança passou a possuir um local permanente em Jerusalém, a idade inicial para o serviço passou a ser vinte e cinco anos. Os levitas não podiam ter posse de terras, e, portanto eram sustentados pelo próprio povo através do dizimo levítico (Números 18:2, Deuteronômio 18:1-4). Em Deuteronômio 12:12, é ressaltada a grande responsabilidade dos israelitas para com os filhos de Levi.
Apenas quando Davi ocupou o trono de Israel, sendo ele próprio um músico nato, compositor gabaritado e exímio instrumentista, os levitas Hemã, Asafe e Etã, bem como aos seus respectivos filhos, foram encarregados pela música da Casa do Senhor, onde a Arca da Aliança repousava (I Crônicas 6:31). Em outros textos,  levitas são identificados exercendo ministério profético. Em II Crônicas 20:14, Jaaziel profetizou a vitória de Josafá. Em II Crônicas 35:15, Jedutum é chamado de “o vidente” do rei . Levitas músicos e profetas eram exceções a regra. No geral, o ministério levítico estava inteiramente ligado ao sacrifício de animais do culto do Antigo Testamento (Números 3:1-39), ritual este completamente abolido no Novo Testamento (Hebreus 8:6-7).  A função primordial de um levita não era e cantar ou tocar música, mas sim auxiliar o sacerdote na ordem com os utensílios do santuário, funcionando como um ministério de “zeladoria” (Números 1:50-51).
Portanto, se alguém deseja rotular-se como “levita” apenas por cantar na igreja, incorre em um erro gritante. O levita era um serviçal da Casa do Senhor, um verdadeiro “faz tudo”, um apaixonado pelo templo, mantendo-o em perfeitas condições para a visitação pública, e acima de tudo, para receber a presença de Deus. Em nossa realidade eclesiástica, num comparativo simbólico, podemos dizer que os zeladores, os porteiros, os faxineiros, os cooperadores e os diáconos (aqueles que exercem tais atividades na Casa de Deus), estão muito mais próximos do ministério levítico do que propriamente os ministros de louvores.
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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Culto da Colheita


O Culto da Família deste domingo, 01/02/2015, marca a transição entre a campanha de oração “Minha Família, Meu Celeiro”, que ocupou todos os dias de janeiro; e o retorno dos cultos departamentais em fevereiro.  Considerando que primeiro plantamos a semente da oração, e que a partir de agora veremos florescer os frutos, a reunião desta noite foi intitulada de “O Culto da Colheita”. E Deus falou poderosamente ao nosso coração...

Missª Rosângela de Toledo
Desde os primeiros minutos da reunião, a mensagem presenta já no primeiro acorde do louvor foi uma injeção de ânimo e esperança, profetizando que se “Ele vive, eu posso crer no amanhã”. Posteriormente, cada texto lido, cada louvor entoado, cada palavra testificada seguia sempre a mesma linha de raciocino, ressaltando que Deus é fiel para cumprir suas promessas e que Ele é um socorre bem presente na angustia, dando força ao cansado e restaurando o ânimo de quem perdeu o seu vigor. 

Entre os muitos irmãos que louvaram nesta noite, podemos destacar a Missª Rosângela de Toledo (Mogi Mirim SP), que impactou toda a congregação com uma poderosa palavra profética e causou grande comoção espiritual ao cantar a música “Vendáveis” – Os seus sonhos se perderam no caminho, está sozinho e entregue a solidão... Mas sou o Deus que tudo olha e tudo vê, neste momento foi abençoar você. – Logo após a ministração, a mulher de Deus foi convidada para ser a mensageira do Senhor no primeiro culto de grupo de varões em 2015, que será realizado no próximo dia 14.

Pr. Mateus de Queirós
Mas o melhor ainda estava por vir... Recebemos diretamente da cidade de Ribeirão Preto SP, o conferencista Pr. Mateus de Queiróz, que ministrou uma poderosa palavra sobre o controle de Deus em nossa vida, mesmo que tudo pareça perdido. 

Baseado na história do exílio hebreu na Babilônia, motivo de grande tristeza e vergonha para o povo judeu, o Pr. Mateus explanou sobre o propósito de Deus ao conduzir os israelitas para tamanha provação, visando um bem maior e crescimento espiritual. 

Também ressaltou que mesmo ali, distante de seu lar o povo jamais foi abandonado por seu Deus, que cuidou, velou e protegeu ao seu rebento, cumprindo no tempo jurado, a promessa de retorno para o lar. O homem de Deus também louvou com a congregação, convidando aos cristãos para “descansar” na fidelidade de seu Senhor, e ainda orou por todos aqueles que sentiam necessitados de uma renovação espiritual.

Esta foi uma noite realmente especial, onde pela fé, colhemos os primeiros frutos de uma colheita abundante, prevista para 2015. Que nossas forças sejam renovadas e nossos braços esforçados, afim de nós lançarmos sem reservas nesta santa lavoura, carente de “lavradores” apaixonados pelo Senhor... Os que semeiam em lágrimas, segarão com alegria, os que levam a preciosa semente andando e chorando, voltarão com alegria, trazendo consigo os frutos” (Salmo 126:5-6).







Indicadas as primeiras diretorias eclesiásticas para 2015

Com o retorno dos departamentais em fevereiro, o Pr. Wilson Gomes aproveitou o “Culto da Colheita” realizado neste domingo para apresentar as diretorias dos grupos de varões, senhoras, jovens e crianças para a gestão 2015.  Os demais setores da igreja terão seus novos líderes anunciados nas próximas semanas. Confira:

CIBEMG Regional

- Pra. Márcia Gomes
- Pra. Sílvia Buhl
- Dca. Marta Ferreira
- Dca. Cleuza Maria de Jesus

Círculo de Oração – Lírio dos Vales

Líderes:
- Dca. Samara Alves Benedito da Silva
- Missª Elza Lino Almeida
- Dca. Ednéia Marques Almeida
Regentes:
- Fernanda Aparecida de Moura Santana
- Cp. Valquíria Aparecida Cassia de Andrade Gomes

UHAD Regional

- Pb. João Garcia

Grupo de Varões – Herança Divina

Líderes:
- Dc. Abdenego Alves Wanderley
- Cp. Ronaldo Ribeiro de Almeida
- Cp. Alexandre Bernardo Santana
Regentes:
- Dc. Calos Roberto da Silva
- Cp. Claudomiro Cândido
- Cp. Jaime Abreu

Grupo de Jovens – Nova Dimensão

Líderes:
- Cp. Caíque Rodrigues
- Ev. Carlos Alberto Moreira
Regentes:
- Cpa. Valquíria Aparecida Cassia Andrade Gomes
- Cátia Caldeira Moreira

Grupo Infanto-Juvenil – Soldadinhos de Cristo

- Nádia Áurea de Azevedo Cândido


Um ciclo de vitória e vida (Palavra Pastoral - Fevereiro 2015)


As promessas de Deus para nossa vida, como alguém já disse, podem ser comparadas a uma árvore alta e imponente, com galhos fortes, muitos frutos maduros e uma sombra inigualável, que mesmo nos dias mais quentes, fornece a proteção e o refrigério que somente alguém que experimentou o sol escaldante em meio a uma lavoura sabe apreciar... (e este Aprendiz de Pastor sabe muito bem do que está falando).

Em resumo: As promessas de Deus são irrevogáveis, desde que tomemos posse delas e aceitemos a vontade do Senhor sobre nós.

Quanto a grande árvore, infelizmente muitas pessoas só a observam de longe, sem ao menos perceber os preciosos detalhes, e assim, passam de largo, perdendo a grande chance de suas vidas. Um outro grupo de pessoas, ao verem a árvore, param, apanham um fruto, sentam-se a sua sombra, descansam, renovam suas forças, e depois pegam o caroço da fruta, o plantam e então, o ciclo se completa e reinicia... Outras árvores brotarão, a vida se regenerará e os frutos se multiplicarão em mais bençãos e mais portas abertas.

Qual é o seu grupo? Onde você se encaixa? 

Reavalie suas prioridades e deixe o Senhor te conduzir na direção desta grande árvore. Estamos vivendo plenamente 2015, que é para nós o “Ano do Renovo”. Então tenha a consciência que para cada fruta desta arvore que você comer, o caroço (ou a semente), precisa retornar ao solo... Obrigatoriamente... Esse ciclo de vitória e vida passa por você. Não coma as sementes, mas lance-as confiadamente ao solo.

Muita saúde e paz, e uma imensa quantidade de árvores no seu caminho, e que ao se deparar com cada uma delas, você faça uma oração, desfrute de sua sombra e se alimente do fruto celestial.

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