segunda-feira, 13 de março de 2017

O engano do amor carnal





Em um mundo cheio de controvérsias acerca de valores morais e religiosos, o “amor” é um tema banalizado neste tempo tão apático e apostatado. Não é fácil falar do amor que adora a Deus, pois tudo que temos presenciado é o contrário.

O amor em evidência na pós-modernidade é o “amor carnal”, por vezes, diabólico. O amor carnal provém da obra da carne que não pode agradar a Deus. Vem de um coração cheio de autossuficiência, de auto sobrevivência. É o homem fazendo coisas por se próprio, com o único interesse de se auto promover às custas do Evangelho de Cristo.

Usam a máscara da bondade interesseira, da santidade fingida, da humildade falsa e mentirosa. É pena ver que esse tipo de obra carnal tem seus adeptos em números incontáveis. Infelizmente eles lotam nossos templos religiosos e levam os desavisados e descuidados a um frenesi histérico, causando um verdadeiro pavor em nosso meio.

Esse tipo de amor não adora a Deus porque não provem de Deus. O amor diabólico engloba não somente os itens já citados acima, como se expande para muito mais. Ele visa roubar a glória que só pertence a Deus, quer tomar o lugar de Deus, ter a fama de ser o melhor e o mais capaz, ser o centro das atenções, exatamente, o comportamento avesso ao amor verdadeiro. 

Devemos ter o cuidado pois todos nós estamos sujeitos a cair nesse tipo de engano. Satanás é perito em enganar as pessoas, e faze-las pensar que podem ser melhores que o próprio Deus.

Isso é bem claro no episódio de Genesis 3. A tática de satã foi certeira e poderosa. Não precisou muito esforço da parte dele, o tiro foi certeiro. Mexeu com o ego da carne do homem.

Enfim; estamos onde estamos pelo simples fato de o homem querer ser Deus. Assim tem sido a arma do diabo ao longo dos séculos: fazer o homem pensar que é alguma coisa sem Deus, e que é auto potente e suficiente sem a ação direta de Deus. Com isso o que sobra para o homem é o orgulho e a soberba. Com isso o homem planeja o mal e mascaram sua verdadeira intenção nas coisas que faz, tentando mostrar um falso amor, poderosa ferramenta de engano.

É por esse motivo que vemos o desgaste espiritual em nossos dias. A diferença do amor que adora a Deus é que esse amor é incondicional. Não há interesse, não há prediletos ou favoritismo. O amor que adora a Deus é sem interesse de autopromoção. Isso é mostrado com clareza em toda a Bíblia, como na parábola do bom samaritano (Lucas 10:25-37).  É muito importante verificar esse texto com muito cuidado e aplicarmos isso a nossa vida.

Pb. Bene Wanderley

sexta-feira, 10 de março de 2017

Enlace Matrimonial: Caíque e Jéssica



Na noite desta sexta-feira, 10 de março de 2016, testemunhamos o enlace matrimonial dos irmãos Caíque Rodrigues Pavan e Jéssica Luiza Rios Feliciano, filhos desta igreja, e agora, uma só carne diante do Senhor.

A cerimônia foi realizada pelo Pr. Wilson Gomes que pautou sua ministração na importância da família para a sociedade. Também ressaltou que um casamento baseado em amor, respeito e fidelidade é a coluna que sustenta um lar.

Após os votos matrimonias proferido pelos nubentes, e a troca de alianças diante do altar, toda a igreja realizou um grande clamor, evocando as bênçãos do Senhor sobre a nova família.

Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne. Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém separe. (Gêneses 2:24 / Mateus 19:6).



quinta-feira, 9 de março de 2017

EBD - A Igreja Primitiva foi uma geração movida pela oração


Material Didático
Revista Jovens e Adultos nº 102 - Editora Betel
Aprendendo com as Gerações Passadas - Lição 11
Comentarista: Pr. Manoel Luiz Prates

 










Comentários Adicionais
Pb. Miquéias Daniel Gomes
Pb. Bene Wanderley














Texto Áureo
Mateus 21.22
E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis.

Verdade Aplicada
A oração é o nosso veículo de comunicação com Deus. Orar é convidá-Lo a fazer parte de nossa vida, guia-la, revelar-se a nós e nos proteger.

Textos de Referência
Atos 12:1-5

E, por aquele mesmo tempo, o rei Herodes estendeu as mãos sobre alguns da igreja, para os maltratar.
E matou à espada Tiago, irmão de João.
E, vendo que isso agradara aos judeus, continuou, mandando prender também a Pedro. E eram os dias dos asmos.
E, havendo-o prendido, o encerrou na prisão, entregando-o a quatro quaternos de soldados, para que o guardassem, querendo apresentá-lo ao povo depois da Páscoa.
Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus.

Introdução
A força motriz da geração apostólica estava alicerçada numa vida de oração. Duas palavras faziam toda a diferença naquele período: unidade e perseverança (Atos 2:42).


Características da Igreja Primitiva
Comentário Adicional
Pb. Miquéias Daniel Gomes

A Igreja Primitiva é um modelo institucional e espiritual para todas as gerações que a sucederam. Sua primeira e mais marcante característica é exatamente a obediência, pois mesmo sendo formada por homens selecionados pelo próprio Cristo, e mulheres que conviveram diariamente com os ensinamentos de Jesus, ela não queimou etapas, se mantendo leal as recomendações do Messias. O resultado foi um crescimento gigantesco, tanto em número, quanto em unção. Cerca de quinhentas pessoas testemunharam a ascensão de Jesus, e foram instruídos a se manterem unidas em Jerusalém, até serem revestidas de poder (Lucas 24:49 / Atos 1:8). Jesus ressuscitou numa manhã de Páscoa e permaneceu com seus discípulos por quarenta dias. O revestimento espiritual prometido veio no último dia da Festa de Pentecostes, e encontrou apenas cento e vinte pessoas reunidas no cenáculo. Estes cristãos perseveranças, são o núcleo da igreja primitiva.

E o que faziam enquanto aguardavam a promessa? Eles oravam. Agora, imagine uma campanha de oração interrupta ao longo de dez dias. Vigílias noturnas e diurnas. Horas a fio de oração, sem que houvesse uma única manifestação espiritual. Ninguém falava em línguas, era batizado, revelava ou profetiza. Oração pura, genuína, sem emocionalíssimo. Ninguém rodopiava, girava ou perdia os sentidos. Apenas joelhos no chão e lágrimas nos olhos.

Segundo o texto de Atos 2, a chegada do Espírito Santo se deu no quinquagésimo dia após a ressurreição de Jesus. Um vento forte e impetuoso proveniente dos céus, invadiu o cenáculo com poder e autoridade, e todos foram cheios do Espírito de Deus. Inexplicavelmente, começaram a falar em novas línguas, e sobre cada um deles, foram vistas labaredas de fogo. Era o início do pentecostalismo (Atos 2:1-4). Pentecostes não gera uma vida de oração. Uma vida de oração provoca o Pentecostes.

Revestidos de poder, os discípulos se inflamam de autoridade. Em um único sermão, Pedro arrebanhou mais de 3.000 novas almas. Num único dia, a igreja teve um crescimento de 2.500% (Atos 2:41). É ou não, um milagre grandioso? Nos dias seguintes, a igreja primitiva já contava com mais de 5.000 novos convertidos. O segredo? A igreja estava sendo exatamente o que deveria ser (Atos 2:42-47). Eles perseveravam nos ensinamentos apostólicos, na comunhão fraternal, na divisão igualitária de seus bens e em suas orações. Havia em cada crente grande temor, e os apóstolos operavam grandes sinais no meio do povo. A fé daquela comunidade não se deixava abalar, e a generosidade existente entre eles era um testemunho ainda mais intenso que suas palavras. Se reuniam no templo e nas casas afim de cultuar e cearem juntos. E tudo faziam com alegria e singeleza de coração.

Agindo assim, a igreja primitiva caiu nas graças do povo, e por isso, Deus lhe dava crescimento diário. As pessoas eram atraídas por gestos de bondade, e ao chegar no templo, eram impactadas pela mensagem poderosa dos apóstolos. A chave que abria tantas portas, era exatamente a oração. Nenhuma decisão era tomada sem que antes a igreja orasse ao Senhor em busca de direção (Atos 1:24).

O crescimento avassalador da igreja e os milagres realizados pelos apóstolos, despertaram a inveja e a fúria dos religiosos da época, transformando-se num caso de impasse político. Os seguidores de Cristo passaram a ser perseguidos, intimados e presos. Os primeiros cristãos fizeram da oração sua arma de guerra, e com isso, obtiveram grandes e miraculosos livramentos (Atos 4:31).

Um ano após os eventos de Atos 2, afim de preservar seu reinado na Judeia, Herodes optou por atender as reivindicações dos judaizantes, autorizando um verdadeiro massacre contra a igreja. Estevão foi morto a pedradas, Saulo liderou uma cruzada contra os cristãos, e Tiago, um dos doze discípulos, foi morto ao fio da espada. Herodes percebeu que ao matar um dos líderes da igreja, sua popularidade aumentou entre os judeus. Então, decidiu agir de forma ainda mais drástica. Ordenou a prisão e a morte do mais influente apóstolo, Pedro, o mantendo dentro da cela sobre o olhar atento de 16 soldados. A igreja, apavorada, recorreu a única estância a qual tinha acesso. Ela, mais uma vez, se fechou em oração.


A geração que sabia 
dobrar os joelhos

Era um tempo de perseguição à Igreja. Herodes já havia mandado matar a Tiago, Irmão de João (Atos 12:2). Agora atinge o líder Pedro, que, encarcerado, nada lhe restava, a não ser um milagre. A Igreja entrou em ação e usou sua artilharia mais pesada: a oração. A geração apostólica teve como modelo de oração o próprio Senhor Jesus Cristo. Ele sempre manteve diante de seus discípulos o hábito de orar. Aquela igreja formada pelos apóstolos não poderia ser diferente, pois herdou do Mestre o acesso à comunhão junto ao Pai (Mateus 6:6-10). Curiosamente, a maioria dos milagres realizados por Jesus Cristo aconteceu apenas com o poder de sua Palavra. Enquanto todos dormiam, Jesus passava noites em oração (Marcos 1:35; Lucas 5:16). Durante a noite, Ele entregava todo Seu caminho e direção ao Pai e, durante o dia, apenas colhia o fruto de seu diálogo noturno (Hebreus 5:7).

A vida vitoriosa de Jesus Cristo influenciou seus discípulos a orar (Lucas 11:1). Em resposta a essa influência. Ele ofereceu o modelo universal da oração dominical e discorreu sobre a perseverança na oração e como o Pai tem a boa vontade de nos ouvir e responder às nossas petições (Lucas 11:2-13). Não era muito comum Jesus orar nos horários rígidos, como manhã, ao meio dia e à tarde (Salmo 55:17; Daniel 6:10). Ele costumava orar sozinho, ia para as montanhas e não era rotineiro, com orações cheias de vãs repetições.

A geração apostólica possuía um eixo fundamental: eles não questionavam a vontade de Deus. Eles eram fervorosos e acreditavam que para Deus todas as coisas são possíveis (Marcos 11:23-24). Seu recurso era poderosíssimo: a oração (Atos 2:42). Para Pedro, não existia alternativa a não ser acreditar no impossível. Esse recurso também precisa ser utilizado em nossa geração. Estamos muito acomodados com tudo. Estamos passivos e não estamos usando essa tão poderosa arma (II Coríntios 10:4).

Os cristãos daquela geração conheciam muito bem a qualidade da batalha espiritual que enfrentavam. Eles sabiam que a luta que estavam travando não era contra Herodes, mas, sim, contra o que influenciava sua mente (Efésios 6:10-12). O rei Herodes já havia começado a desmontar a organização matando Tiago, e, acabando com Pedro, os discípulos certamente dispersariam. Porém, a Igreja, a Noiva de Cristo, conhecia sua força e sabia muito bem acioná-la. O céu se moveu porque a Igreja clamou. A libertação do apóstolo Pedro foi resposta de oração. Existem coisas que só acontecerão quando clamarmos ao Senhor com toda a intensidade.

Jesus não somente orou, mas também nos deixou o caminho pelo qual alcançamos espantosas vitórias em Deus (Lucas 11:5-8). A persistência na oração alcança objetivos magníficos. A oração nunca tem resposta inútil ou prejudicial (Lucas 11:11). O relato da libertação de Pedro deixa claro que foi exatamente isso que aconteceu. Enquanto Pedro estava preso, “muitos estavam reunidos e oravam” (Atos 12:12), e o socorro veio da parte do Senhor (Atos 12:7-10). Devemos orar sem cessar (I Tessalonicenses 5:17).

Muitos cristãos fracassam por exercer uma fé desassociada de uma revelação. A fé vai além do natural e vê concreto o que ainda não se materializou (Isaías 46:9-10). Somente através de uma comunicação íntima com Deus, através da oração, podemos entender o tempo, quando e como, o que e o porquê. Jesus Cristo atuava grandemente durante o dia, e, à noite, buscava o Pai em oração, onde a Sua vontade lhe era revelada.



Aprendendo com quem sabe
Comentário Adicional
Pb. Bene Wanderley

A maior dificuldade ao se escrever um artigo, mesmo já tendo o argumento, é encontrar um tema. Pois bem, gostaria de iniciar este texto fazendo uso de uma temática abordada pelo grande escritor, Pr. Hernandes Dia Lopes: "Aprendendo a orar com quem ora". Desde a minha infância, aprendi que a força mais poderosa do mundo é a oração, e que nada pode igualar sua influência no destino dos homens. Aprender com as gerações passadas tem sido gratificante, pois elas nos dão uma rota segura de erros e acertos dos nossos antepassados. Observar suas posições, locomoções, perfis e atividades, é de extrema importância para nós, e as gerações futuras que virão. Esta lição é oportuna para os dias atuais, onde presenciamos uma extravagante falta de respeito ao legado deixado pelos homens e mulheres que influenciaram gerações com exemplos de fé e uma vida devotada. Ao olhar para a igreja primitiva, e analisar suas atividades como Igreja do Senhor Jesus Cristo, veremos que a força compulsória e motivadora daqueles dias, era exatamente a vida voltada para a oração, comunhão e perseverança (Atos 1:1, 2:1,42,43,44,46). A geração apostólica sabia valorizar a oração e mantinha a todo vapor essa chama acessa.

O problema de nossa geração, é que temos poucos homens de oração para nos encorajar, motivar, ensinar e exemplificar a vida de oração. Nossos púlpitos estão vazios de oração, nossas mensagens são funerárias, onde apenas se enterram defuntos. Vivemos largados a mercê dos ventos tempestuosos das heresias, do amor ao dinheiro, da fama, das honrarias e das iguarias mundanas, do favoritismo diabólico pelos títulos carnais e banais, pelo desejo efêmero do poder e autodomínio. Mas, há ainda um remanescente que não se dobrou aos apelos do espírito do anticristo que impera neste século. Ainda tem os 120 que se reúnem nos cenáculos da vida, que preferem ficar no aguardo da promessa do derramar do Espírito Santo para última hora. E este avivamento só é possível se mantivermos acessa a chama da oração. Existe um ditado popular que diz: muita oração, muito poder, pouca oração nenhum poder.

Temos o maior exemplo de oração de todos os tempos; Jesus o moço de Nazaré. Ele não só ensinou a orar, ele também se dedicou à uma vida de plena oração. Quero convidar você, querido irmão e irmã, a nos matriculamos na escola da oração, onde o professor possui excelência no assunto. Jesus não só falou de oração, mas ele mesmo teve uma vida de oração. Ele entendia que sua fonte de poder vinha do Pai e que para ter sucesso na sua difícil tarefa o segredo seria orar, manter contato com os céus. Precisamos compreender que sem oração não há poder. Não há unção do Espírito Santo sem oração. Não há avivamento sem oração. Não há salvação de almas sem oração. Não há uma genuína conversão sem oração. Nenhuma obra importante é feita para Deus sem oração. Não há poder nos púlpitos onde os bancos estão vazios de oração, e o chão esta seco, por não ser regado por lágrimas de oração.

Se quisermos ter de volta a manifestação da glória do Pai; temos que cair de joelhos dobrados, boca no pó, nos enrolar nas cinzas e rasgar o coração na majestosa e magnânima presença do Deus trino. Jesus tinha pura consciência de que seu ministério não poderia ser realizado sem oração. Queremos ver poder? Deus se manifestar em nossas vidas? Salvação de almas? Curas? Batismos no Espírito Santo? Temos que priorizar a oração como Jesus fazia. Caso contrário, o que teremos, é um bando de latas vazias infernizando o ambiente. 

Jesus amava as madrugadas (Marcos 1:35). Depois de um dia cheios de atividades ele ainda tinha disposição para a oração. Infelizmente, muitos de nós, depois de uma intensa atividade no Reino, preferimos “recarregar nossa bateria” por meios alternativos. Vivemos a era da teologia do descanso pastoral, ministerial, diaconal, “apostólical” e outros tantos cal´s. O texto de Marcos aqui citado, deve ser analisado com mais atenção. Jesus teve um dia agitado. No entanto ele não deu desculpas para sua carne cansada, Ele simplesmente sabia que a fonte de toda sua energia vinha do céu. Ação pouco comum entre nós, que nos julgamos pregadores, doutores da lei, ministros, bispos, apóstolos, pastor presidente e etc. Somos bons demais para viver uma vida de oração.

Sei que são aterradoras essas minhas palavras. Mas, é essa geração que estamos vivendo. Se Jesus Cristo é o nosso mestre, então por que não o seguimos? Porque não o imitamos? Jesus orou em todos os momentos de sua vida. Vejamos alguns desses momentos. Jesus orou quando foi batizado (Lucas 3:21-22). Jesus orou uma noite inteira antes de escolher os doze apóstolos (Lucas 6:12-13). Jesus orou antes de fazer uma importante pergunta à seus discípulos (Lucas 9:18-20). Jesus orou antes de ensinar a seus discípulos acerca da oração. (Lucas 11:1). Enfim, Jesus é o modelo mais seguro quando se trata de vida de oração.

A igreja primitiva tinha como exemplo o próprio Senhor Jesus. Tendo o seu Senhor como espelho aquela geração viveu em seus dias uma revolução jamais vivida por nenhuma outra. Eles entendiam que a prática da oração era indispensável as suas vidas. Os frutos da vida de oração da igreja primitiva podem ser vistos em relatos miraculosos registrado em Atos dos Apóstolos. Desde o derramar do Espírito até o último capítulo, tudo se fechou em oração.


Os efeitos de uma oração eficaz

Enquanto Herodes tentava alcançar prestígio entre os judeus e destruir os cristãos e líderes pela opressão, a Igreja adia de outra forma, através da oração. Pedro estava preso e marcado para morrer, humanamente não havia saída. Então, a arma foi acionada, o alvo atingido e o Senhor enviou um poderoso anjo (Atos 12:7). A geração de cristãos da era apostólica experimentou feitos grandiosos da parte de Deus. Pedro estava terrivelmente cercado. Havia soldados por fora e por dentro da prisão. Dali, ele seguiria para a morte e sua única esperança era um milagre. Pedro não sabia se o que estava acontecendo com ele era real. Ele acreditava ser uma visão (Atos 12:9). Mesmo assim, fez conforme as palavras do anjo e o seguiu (Atos 12:8). Após ver a porta abrir-se automaticamente, e estar fora de perigo, Pedro entendeu que Deus o havia livrado (Atos 12:10-11). Duas coisas devemos aqui destacar: a entrada sobrenatural do anjo e a tranquilidade de Pedro, que dormia sabendo que seria executado ao amanhecer (Atos 12:6).

Nem sempre Deus liberta de modo sobrenatural os que estão na prisão por amor a Ele. Naquele momento, a vida do apóstolo Pedro era de vital importância para a existência da Igreja. Ele ainda seria bênção para muitas pessoas, inclusive para as gerações futuras (mediante as epístolas, por exemplo). A atuação do anjo demonstra como nosso Eterno e Todo-Poderoso Deus tem o controle de todas as coisas (Colossenses 1:17).

Aquele grupo de cristãos comparados ao poder de Herodes parecia não possuir força alguma. Seu poderio bélico poderia massacrá-los após exterminar suas lideranças. Pedro estava preso por duas correntes, três portas com sentinelas, havia soldados a seu lado para o guardarem e mais dezesseis do lado de fora (Atos 12:4). Lá fora, estavam os inimigos, que esperavam sua execução. O que fazer quando tudo parece perdido? A resposta é orar (Atos 12:5). A situação pode ser desesperadora, a causa, perdida, mas sempre podemos orar! E foi isso que aconteceu (I Tessalonicenses 5:17; Tiago 5:16).

Muito de nós estamos buscando solução em todos os recursos e estamos nos esquecendo do principal: aplicar em nossas vidas oração, o que deveria ser a nossa prioridade (I Tessalonicenses 5:17). A nossa força vem do Senhor. É nEle que devemos buscar auxílio, direção e compreensão para seguir nossa jornada com êxito. Nascemos do sobrenatural e da fé. Não podemos viver distantes dessa base (Hebreus 11:6).

Pero dormia e foi despertado pelo toque do anjo (Atos 12:8-9). Pode ser que, ainda meio sonolento, pensasse estar tendo uma visão, e, por isso ficou atônito com a espantosa intervenção divina. As algemas caíram, ele teve tempo de se vestir, nenhum soldado o abordou. É assim o agir de Deus em nos libertar das algemas que nos prendem. Para muitos, parece demorar, mas o Senhor age, no tempo certo e ninguém pode impedir o Seu agir (Isaías 43:13).

O apóstolo Pedro era um homem de muitas experiências, já havia até caminhado sobre as águas (Mateus 14:29). Mesmo assim, ele ficou atônito com o que viveu. Era algo além do normal, inesperado. É interessante notar que ele só veio a compreender que era real quando se viu do lado de fora da prisão. O mesmo Deus que livrou Pedro e que operava naquela geração ainda é o mesmo da nossa! O Eterno não mudou (Êxodo 3:14; Hebreus 13:8). Precisamos voltar a orar e a buscar em Deus experiências que nos firmem e ajudem a crescer na graça e no conhecimento (II Pedro 3:18).


Aprendendo a orar
Comentário Adicional
Pb. Miquéias Daniel Gomes

Jesus teve um ministério muito curto, com duração de apenas três anos. Neste tempo, Ele tinha muita coisa a fazer, e ainda mais, a ensinar. Entre os diversos temas lecionados por Jesus, um deles recebeu destaque especial. A oração. Em Mateus 6:7-13, os discípulos aprenderam uma fórmula estrutural para que a oração fosse profícua. Momentos de oração não podem existir fora de um contexto de humildade. O "Pai" é nosso, mas, o Reino é do Pai. E a vontade dEle deve predominar sobre nossos desejos. Jesus também os ensinou que a oração é um momento de intimidade com Deus, uma conversa franca e sincera, agradável e prazerosa. De nada valia tolas repetições e palavras vazias jogadas ao vento. Não podemos convencer ao Senhor como nossa verborragia, pois ele conhece nossos corações. Sem que as palavras chegam a boca, os ouvidos de Deus já ouviram seu som.

Jesus instruiu seus discípulos a serem perseverantes em oração. Perseverança com responsabilidade, tendo a consciência que a vontade de Deus para nossas vidas, deve ser a prioridade de nossa existência (Mateus 7:7-8, 21:22, Lucas 18:1-8). Cristo instruiu seus seguidores que a oração e uma chave capaz de abrir muitas portas, mas, Ele, e o chaveiro que detém em suas mãos todas estas chaves (Marcos 11:24 / João 14:13-14). Sem a oração e vida devocional, muitas portas jamais poderão ser abertas (Mateus 17:21)

Apesar de suas palavras terem um peso enorme em seu discipulado, Jesus os ensinava a desenvolverem uma vida de oração na prática. Todo o ministério de Cristo é pontuado por momentos decisivos de oração. Ele tinha autoridade para acalmar tempestades, curar enfermos, expulsar demônios e ressuscitar mortos, e mesmo assim, não abria mão de uma vida devocional regada a muitas lágrimas e orações quebrantadas.

Jesus orou por quarenta dias antes de iniciar seu ministério na Galileia. Na noite que antecedeu a escolha dos doze discípulos, realizou uma vigília clamando por orientação. No Getsêmani, horas antes de sua morte, clamou em desespero pelo conforto de seu Pai. João 17 transcreve na integra uma oração de Jesus, e ali, descobrimos emocionados, que Jesus orava por cada um de nós. E em todos este s momento de oração, Cristo fazia questão que seus discípulos estivessem orando juntamente com Ele. A lição foi aprendida com louvor. A igreja primitiva é lembrada ainda hoje por seu legado de oração e busca constante. Um exemplo para nós.


Os impactos positivos da oração

Após a libertação de Pedro, algo interessante aconteceu. Pedro resolve dirigir-se à casa de Maria, onde o povo se reunia para orar, e, ao bater à porta, teve uma incrível descoberta. A menina ouviu sua voz, mas não abriu a porta. Ao anunciar que era Pedro, começou o alvoroço (Atos 12:12-16). Ao ouvir a batida na porta (Atos 12:13a), a menina Rode reconhece a voz de Pedro. Eufórica, ela não abre a porta e corre para anunciar que Pedro estava lá. Eles não creram e disseram que Rode estava fora de si, e argumentaram que era o anjo de Pedro (Atos 12:15). Até pessoas de profunda espiritualidade às vezes ficam “tardos de coração para crer” (Lucas 24:25). Após insistir em bater, abriram a porta, ao abrir, Pedro teve que silenciá-los para poder testemunhar, porque estavam espantados (Atos 12:16-17a).

Será que estamos prontos para ver a resposta de nossas orações? Eles oraram, pediram, e, curiosamente, ficaram assustados ao ver Pedro livre e batendo à porta. Essa geração presenciou muitos sinais e esse foi, sem dúvida, um grande milagre, porque era impossível Pedro sair de onde estava. A maneira como o apóstolo Pedro foi resgatado comprova como o Senhor Deus domina todas as coisas. Mais do que nunca, nossa geração precisa testemunhar respostas de oração.

Quando souberam da informação acerca de Pedro, todos se espantaram (Atos 12:16). Mas, afinal, eles não estavam orando para que Deus interviesse na situação e libertasse Pedro da prisão? Eles eram cristãos de grandes experiências com Deus, diferentes de nossa geração, e, mesmo assim, ficaram assustados ao ponto de Pedro ter que silenciá-los para poder contar o que aconteceu (Atos 12:17). Quantas vezes a resposta já bateu à nossa porta? Quantas vezes ela insistiu em bater? Quantas vezes não fomos capazes de abrir a porta para que o milagre entrasse em nossa casa? A resposta de Deus pegou eles de surpresa. Foi além de suas expectativas.

É melhor estar pronto e não ter uma oportunidade do que ter uma oportunidade e não estar pronto. Foi exatamente isso que aconteceu com essa geração de cristãos. Eles ficaram espantados pela maneira como Deus é um Deus de coisas impossíveis e é isso o que devemos estar preparados para viver.

A atuação do anjo da libertação milagrosa de Pedro está recheada de preciosas lições para nossa geração (Atos 12:10). Com apenas um toque, Pedro foi despertado e liberto das algemas. Quantos não estão precisando desse toque hoje? Após ser despertado e liberto, o segredo era segui-lo. Seguindo-o, as portas se abriam por si mesmas. O Senhor nos tira de um cárcere de trevas. Nos liberta das correntes do pecado e nos convida a seguir seus passos. Com Ele à nossa frente, as portas se abrem naturalmente. Por fim, o anjo fez o que era impossível: livrá-lo do perigo. Andar e testemunhar seriam os efeitos do sobrenatural em sua vida (Mateus 28:18-20).

Um milagre foi necessário para tirar o apóstolo Pedro do cárcere. Agora, ele andava pelas ruas da cidade sem depender de milagre algum. É necessário entender que Deus distribui as intervenções sobrenaturais conforme a necessidade e a Sua vontade. O Eterno não faz o que Ele nos capacitou a fazer. Essa história Bíblica, que sublinha o relacionamento entre a oração e atuação de Deus, também revela que o Eterno Deus age para trazer retribuição sobre aqueles que se opõem a Sua obra e se exaltam a si mesmos. Aqueles que se levantam contra Deus perecem (Atos 12:21-24). O rei Herodes procurou cair nas boas graças dos judeus por meio de executar Tiago e de procurar executar a Pedro. O plano do monarca foi inutilizado pela intervenção direta de Deus. O Eterno agiu, porém, como resposta às orações da Igreja. Enquanto a Noiva do Cordeiro de Deus orar, a obra do Senhor avançará.

Conclusão

O Senhor não estacionou em Sua arte de fazer milagres. Ele ainda é o mesmo (Hebreus 13:8). Talvez o que falte para a nossa geração seja cultivar esse hábito de ficar a sós e permitir que o Senhor intervenha de forma total em nossas vidas. A administração do Reino de Deus sempre começa de joelhos (Efésios 3:14-19).





Em sua infinita bondade e misericórdia, Deus criou um plano de salvação para a humanidade e cada geração desempenha seu papel para que este plano se torne conhecido em seu tempo. Quando uma geração não cumpre o seu propósito, os prejuízos são incalculáveis. Devemos ser espelhos para as próximas gerações, isto é, através das nossas atitudes anunciar as grandezas do Senhor, mostrando a necessidade constante de termos um relacionamento íntimo e profundo com Deus. Para uma maior compreensão desta verdade, participe neste domingo, 12 de março de 2017, da Escola Bíblica Dominical. 

quarta-feira, 8 de março de 2017

O propósito e os resultados


No livro de Números, capítulo três, a partir do versículo cinco, temos o relato da ordem de Deus à Moisés no que diz respeito a separação dos filhos de Levi para o serviço da tenda da congregação.

A função especificada era administrar o ministério do tabernáculo, e eles deveriam ter o cuidado de todos os utensílios e de guardar os filhos de Israel, além de auxiliar o sacerdote em suas funções. Alguns levitas também serviam ao tabernáculo com cantos e tocando seus instrumentos, além de atuarem como porteiros.

Hoje, está na moda ostentar o título de “LEVITA”, mas arcar com as atribuições deste ministério, é um fardo que os autodeclarados “levitas modernos”, não querem carregar. Um erro teológico e doutrinário dos mais bizarros possíveis.

É um glamour diabólico mascarado de uma fingida e santa modéstia, que tem levado muitos servos de Deus a viverem numa sequidão espiritual e uma frágil crença que nos faz sentir dor na alma. Na verdade, tudo aquilo que eu venha a fazer que não gere a glorificação do nome e do Reino de Deus, deve ser desmascarado e abandonado sem mais reservas.

O que vemos hoje, em muitos destes modernizados levitas, é uma corrida diabólica pelo status, a sede de ser reconhecido pelos homens e não reconhecido no céu, o que tem impedido o fluir do Espírito no meio da igreja de Jesus. O abandono bíblico é visível nos resultados de suas ações.  Existe uma enorme diferença entre o levita de ontem e os levitas de hoje.

Salvo exceções, as motivações hodiernas são anti-bíblicas, pura vaidade que visam lucros exorbitante, buscando receber glória terrena, mostrando uma coisa que não é.

Em resumo, hoje, não existe mais um ministério eclesiástico na igreja de Cristo para rotular “levitas”. Não temos mais levitas no sentido original da palavra e na chamada hereditária. Infelizmente, também é raro encontrar pessoas qualificadas para herdar este legado, ou seja, dispostas a viver integralmente para o Reino sem receber possíveis retornos.

Eu recomendo a todos os chamados levitas da atualidade, a buscar com afinco o verdadeiro sentido da vida levítica nos textos bíblicos. Eu o desafio a se dispor numa varredura por toda a Bíblia numa jornada profunda e teológica. Vamos! Eu os desafio a viverem no sentido original da palavra!  

Creio que muitos ao lerem vão discordar desta minha ideia, e este é um direito de cada um. Porém, não temos qualquer direito de se opor ao que diz a Bíblia, e é ela quem nos dá parâmetros para analisar o propósito e os resultados da vida de um levita, e as bases que encontramos nas escrituras, em nada validam o que vemos hoje nos nossos templos.

Eu sei que é difícil alguns admitir essa realidade, mas contra a palavra divinamente inspirada, não há argumentos humanos que prevaleça.


Pb. Bene Wandreley

segunda-feira, 6 de março de 2017

Descanso Permanente


A paz é um sentimento íntimo e profundo de sossego vivenciado pelo indivíduo, independente dos acontecimentos que o rodeiam. Quando o indivíduo escolhe viver uma vida de paz com Deus, ele começa a ser presenteado por Ele com uma intensa posição de serenidade em relação ao que recebe de informações negativas.

Mesmo em meio à tempestade e o medo dos discípulos, Jesus não saiu da sua posição e, quando solicitado, forneceu a sua serenidade a todos (Mateus 8:23-27). Paulo, em sua carta aos Colossenses, disse que fomos chamados por Deus para uma vida de paz, que será vivida por todos que fizerem parte do Corpo de Cristo.

Logo, devemos ser agradecidos e buscar produzir o amadurecimento do Fruto do Espírito, através do qual dominaremos os mais profundos sentimentos em nossos corações (Colossenses 3:15). Hoje já virou um jargão em algumas pregações a seguinte frase: “é muito fácil ser cristão quando tudo vai bem”. A verdade é que para o cristão verdadeiro nunca as coisas irão mal, pois, se estiver em Cristo, no momento da tempestade, basta clamar que Ele irá acalmá-la. O servo fiel deve manter, sempre, uma posição de serenidade, pois não há mal que poderá se abater sobre a sua vida (Salmos 91:10).

A paz do fruto do Espírito é algo que deve ser compartilhado com todos aqueles com quem nos relacionamos. Viver em comunhão é fazer parte de um mesmo corpo e não se pode fazer parte de um corpo vivendo um ambiente sem paz. Em sua carta aos Romanos, o apóstolo Paulo orienta que sempre que for possível devemos buscar viver em paz com todos. (Romanos 12:18).

Viver em paz na sociedade tem como efeito principal o processo de santificação, pelo qual todos devem passar se desejarem ver a Deus (Hebreus 12:14). Se não buscarmos o amadurecimento da paz do Fruto do Espírito Santo em nós, estaremos fadados a nos afastar cada vez mais do Criador, pois, se não cultivarmos a paz com o homem, não poderemos ter paz com o Senhor. A sociedade atual não tem interesse em promover a paz entre os homens. Quando do nascimento de Jesus Cristo (Lucas 2:11), Deus declarou que o Seu desejo era que houvesse paz na Terra. Para que isso viesse a se tornar realidade, Ele estaria disposto a demonstrar boa vontade para com os homens (Lucas 2:14).

Nesta declaração do Senhor fica claro que se dependesse dEle a paz seria uma constante no mundo. Entretanto, a sociedade religiosa da época tratou de interferir nos planos do Senhor, se colocando entre o Cristo e os homens.

Os sentimentos de paz, sossego e serenidade são características que fazem do servo do Senhor um indivíduo diferente. A Palavra de Deus afirma que os que não servem a Cristo não experimentaram a paz íntima e verdadeira (Isaías 48:22).

Viver em um mundo onde não se tem certeza de nada é algo terrível para muitos. Mas, para quem conhece a Jesus de forma íntima, esta falta de certeza veiculada pela mídia não assusta, pois experimenta uma paz que firma todas as suas emoções em Cristo. Desfrutar de paz é descansar nos braços do Senhor e ter a certeza de um sono tranquilo. Nenhuma ameaça vinda de pessoas será capaz de tirar a paz de um servo fiel (Salmos 56:11; 118:6).

A paz tem sido responsável pela manutenção da esperança entre os servos de Deus, recebida pela virtude do Espírito Santo (Romanos 15:13). Em momentos de tribulação, sabemos que a paciência se manifesta e com isso um crescimento de nossa experiência, que irá fortalecer a nossa esperança nas vitórias que virão das mãos do Senhor (Romanos 5:3-4).

Os momentos de tribulações são, na sua maioria, momentos que devem ser encarados com serenidade, pois a serenidade nada mais é do que um posicionamento de quem desfruta da verdadeira paz do Espírito em Cristo.


Fonte EBD

domingo, 5 de março de 2017

Apresentação: João Miguel Zaratin Mariano


Neste dia 05 de março de 2017, com muita alegria, apresentamos ao Senhor o pequeno João Miguel Zaratin Mariano, filho de Tatiane de Cássia Godoy Zaratin e Ray Alan Zaratin Mariano, nascido em 23 de fevereiro de 2017.

A cerimônia foi assistida por familiares e amigos, sendo realizada pelo Pr. Wilson Gomes, que explicou o porquê apresentamos crianças ao Senhor, deixando a decisão do batismo para a vida adulta. Conforme o texto de Lucas 2, Jesus foi apresentado no templo aos 8 dias de vida, e se batizou aos trinta anos.

A apresentação ao Senhor é um privilégio dos que temem a Deus e desejam que seus filhos também O temam. É como um culto de ação de graças em que parentes e igreja prestam ao Pai Celeste, ao Criador da Vida. Apresentação de um bebê é um momento de uma ternura e Alegria inigualável pela vida! Alegria de viver nos ensinos do Senhor, de ensinar os caminhos do Senhor e de andar neles. Alegria de andar nos caminhos juntamente com os filhos e toda a família. É privilégio e não obrigação.

Desejamos ao pequeno João Miguel toda sorte de benção, muita paz e felicidade. Que Deus o ilumine em todos os caminhos que trilhar. Os filhos são heranças do Senhor, uma recompensa que Ele dá (Salmo 127:3).