quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Quarta Forte com Pr. Florisvaldo Donizete de Oliveira



Noite chuvosa em Estiva Gerbi, onde o poder de Deus se manifestou sobrenaturalmente na Quarta Forte deste dia 24/02/2016, que contou com a participação especial da cantora Luciene Cristina, e a ministração poderosa do Pr. Florisvaldo Donizete Oliveira, da cidade de Valinhos SP.

Em João 15:5, Jesus revela aos seus discípulos que “Ele” era a Videira Verdadeira, e que cada um de seus seguidores deveriam ser varas enxertadas, pois sem estar enraizados no Cristo, o cristão nada pode fazer. Em palavras bem sucintas, Jesus estava ensinando aqueles homens que todos eles, deveriam ser dependentes de Deus. A total e irrestrita dependência do Senhor, é o segredo de uma vida cristã bem-sucedida e garantia de maturidade espiritual. Somos como um recém-nascido que depende dos pais para absolutamente todas as coisas. Deus se alegra com esta entrega sem reservas, e se derrama em misericórdia a nosso favor. Aos olhos de Deus somos como crianças pequenas, e Ele não nos emancipou, mesmo que por vezes, insistamos para crescer. Nesta relação entre quem precisa que seja feito e aquele que pode fazer, o efeito da dependência é benéfico a quem pode menos (nós) e agradável a quem tem todo poder (Deus)

A nossa dependência honra Deus

Quem vive em total dependência de Deus, sabe que o Senhor é um pai carinhoso e atento, que jamais abandona, despreza ou esquece dos filhos seus. Em Mateus 6:26, Jesus nos ensinou que o Pai cuida até das suas mais singelas criações, lhes provendo vida e sustento, e se assim procede com as aves do céu e as flores do campo, maior cuidado destina aos homens. Depender de Deus é ter certeza de seu cuidado, lançar suas preocupações aos cuidados do Senhor e descansar a Sombra do Altíssimo, sabendo que cada dia tem seu mal, porém nosso Deus estende suas asas sobre nós a cada manhã. Quem depende de Deus, honra ao Senhor!

A dependência de Deus nos amadurece

Dias de angustias e decepções fazem parte de nossa caminhada. Enquanto vivermos neste mundo seremos atribulados, perseguidos e injuriados. Para vencer estas barreiras do caminho, é preciso amadurecimento espiritual. Quem depende exclusivamente do Senhor cresce em tempos de dificuldades, pois o poder de Deus se aperfeiçoa em nossas fraquezas. Somente que confia plenamente na provisão do Senhor, tem a capacidade de olhar para a terra seca e repetir as palavras de Habacuque 3:17-19: Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de corda).

A dependência enaltece a fé

Fé é a certeza das coisas que ainda esperamos e a prova daquilo que não vemos. Quando recursos humanos se esgotam, a fé é o único fio de esperança no qual podemos nos agarrar. E quando vivemos na dependência de Deus, nossa vida é regida por fé e confiança no sobrenatural. Os dependentes do Altíssimo andam na contramão do mundo, pois caminham lado a lado com os céus: Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve (Malaquias 3:18).

A dependência nos aproxima de Deus

Deus jamais irá usar nossas debilidades para nos humilhar ou cobrar algum favor. Quando dependemos dele, não contraímos dividas ou acumulamos desabonos. Pelo contrário... Deus honra aqueles que vivem sobre sua dependência. Quando mais precisamos de Deus, mas Ele se aproxima de nós. Com o tempo passamos de “servos” a “amigos”. O Senhor nos toma pela mão, nos aninha em seus braços e acalenta nosso coração. Quem depende de Deus, caminha o seu lado, sendo guardado, guiado e protegido.  A dependência produz comunhão. Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel. Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia. Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia. Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia. Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia. Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti. Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios. Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação. Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos (Salmos 91:4-11). 



Filme - Deus não esta morto

Deus Não Está Morto (God's Not Dead) é um filme de drama da indústria cinematográfica cristã de 2014, dirigido por Harold Cronk e estrelado por Kevin Sorbo, Shane Harper, David A. R. White e Dean Cain

O filme foi lançado nos cinemas norte-americanos em 21 de março de 2014, pela Pure Flix Entertainment e 21 de agosto de 2014 nos circuitos brasileiros pela distribuidora Graça Filmes.

Em seu primeiro dia na universidade, o estudante Josh Wheaton (Shane Harper) terá sua fé desafiada diante de todos os seus colegas na aula de Filosofia. 

O pretensioso professor Radisson (Kevin Sorbo) diz não querer perder tempo com tolices, e orienta seus alunos, categoricamente, a negarem a existência de Deus.  Josh encontra-se dividido ao ter de escolher entre sua crença e seu futuro. Angustiado e nervoso, ele não cede às pressões, provocando a ira do professor. Agora, Josh terá de defender a existência de Deus para toda a classe. Sem muito apoio, ele questiona se, de fato, pode lutar por aquilo em que acredita.




terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Biografia - Isaac Newton




Isaac Newton nasceu em Londres, no ano de 1643, e viveu até o ano de 1727. Cientista, químico, físico, mecânico e matemático, trabalhou junto com Leibniz na elaboração do cálculo infinitesimal. Durante sua trajetória, ele descobriu várias leis da física, entre elas, a lei da gravidade.

Este cientista inglês, que foi um dos principais precursores do Iluminismo, criou o binômio de Newton, e, fez ainda, outras descobertas importantes para a ciência. Quatro de suas principais descobertas foram realizadas em sua casa, isto ocorreu no ano de 1665, período em que a Universidade de Cambridge foi obrigada a fechar suas portas por causa da peste que se alastrava por toda a Europa. Na fazenda onde morava, o jovem e brilhante estudante realizou descobertas que mudaram o rumo da ciência: o teorema binomial, o cálculo, a lei da gravitação e a natureza das cores. 

Dentre muitas de suas realizações escreveu e publicou obras que contribuíram significativamente com a matemática e com a física. Além disso, escreveu também sobre química, alquimia, cronologia e teologia. Newton sempre esteve envolvido com questões filosóficas, religiosas e teológicas e também com a alquimia e suas obras mostravam claramente seu conhecimento a respeito destes assuntos. Devido a sua modéstia, não foi fácil convencê-lo a escrever o livro Principia, considerado uma das obras científicas mais importantes do mundo. 

Newton tinha um temperamento tranqüilo e era uma pessoa bastante modesta. Ele se dedicava muito ao seu trabalho e muitas vezes deixava até de se alimentar e também de dormir por causa disso. Além de todas as descobertas que ele fez, acredita-se que ocorreram muitas outras que não foram anotadas. 

Além de ser um cientista brilhante, Newton também era um teólogo de fortes convicções. Em um de seus escritos sobre o tema, registrou: "Devemos crer em um Deus e não ter outros deuses além dele. Ele é eterno, onipresente, onisciente, onipotente, criador de todas as coisas, sábio, justo, bom e santo. Devemos amá-lo, temê-lo, honrá-lo e confiar nele, orar a ele, dar-lhe graças, louvá-lo e santificar seu nome, cumprir seus mandamentos e dispor de tempo para honrá-lo em culto."

Outros escritos confirmam a forte crença de Newton num Criador, a quem ele se referia freqüentemente como o "Pantokrator", termo grego, que significa o Todo-poderoso, "com autoridade sobre tudo o que existe, sobre a forma do mundo natural e sobre o curso da história humana". Newton expressa suas convicções com clareza: "Precisamos crer que há um só Deus ou monarca supremo a Quem podemos temer e guardar Suas leis e dar-Lhe honra e glória. Devemos crer que Ele é o Pai, de quem vêm todas as coisas, e que ama Seu povo como Seu Pai. Devemos crer que Ele é o "Pantokrator", Senhor de todas as coisas, com poder irresistível e ilimitado domínio, do qual não podemos esperar escapar, se nos rebelarmos e seguirmos a outros deuses, ou se transgredirmos as leis de Sua soberania, e de Quem podemos esperar grandes recompensas se fizermos Sua vontade. Devemos crer que Ele é o Deus dos judeus, que criou os céus e a Terra e tudo o que neles há, como expresso nos Dez Mandamentos, de modo que podemos agradecer-Lhe pelo nosso ser e por todas as bênçãos desta vida, e guardar-nos de usar Seu nome em vão ou adorar imagens de outros deuses".

Newton também se preocupava com a restauração da Igreja Cristã à sua pureza apostólica. Seu estudo das profecias o levou a concluir que afinal a Igreja, a despeito dos seus defeitos presentes, triunfaria. Newton cria num remanescente fiel que testemunharia até o fim dos tempos. Um de seus biógrafos escreve: "Por Igreja verdadeira, à qual as profecias apontavam, Newton não pensava incluir todos os cristãos nominais, mas um remanescente, um pequeno povo disperso, escolhido por Deus, povo que, não sendo movido por qualquer interesse, instrução ou poder de autoridades humanas, é capaz de se dedicar sincera e diligentemente à busca da verdade. Newton estava longe de identificar o que quer que existisse a seu redor como o verdadeiro cristianismo apostólico.

Newton foi um gigante da ciência que não se envergonhava de sua fé, devotando tempo para compreender a Palavra de DeusMesmo assim, era muito cauteloso em suas crenças religiosas. Isso explica, em parte, a razão pela qual não publicou suas obras teológicas quando em vida. Talvez Newton, cônscio do ambiente religioso inglês, não queria ser acusado de heresia, mas seguiu a verdade como a via na Bíblia. Felizmente, suas obras teológicas foram publicadas postumamente, e são de profundo valor teológico, mesmo que algumas de suas interpretações sobre as profecias bíblicas se provaram equivocadas.

Sir Isaac Newton morreu em 1727, após viver uma vida de grandes descobertas e realizações.


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Quem eram os doze espias de Israel?



Quando Israel chegou em Cades-Barnéia, no deserto de Parã, já estava no limiar de Canaã, a poucos passos da terra prometida. Com mão forte e braço estendido, Deus os havia tirado do Egito, e com feitos portentosos, os trazidos até a fronteira da promessa. Mesmo assim, o povo duvidou, temendo o desconhecido, apreensivo com o que estava por vir. Então, Deus permitiu que Moisés enviasse espias para sondar a terra, e assim, acalmar a ansiedade dos israelitas. 

Foram escolhidos para esta missão, 12 homens entre os líderes do povo, sendo um de cada tribo: Samua (Rúben), Safate (Simeão), Calebe (Judá), Ioal (Issacar), Josué (Efraim), Palti (Benjamim), Gadiel (Zebulom), Gadi (Manassés), Amiel (Dã), Setur (Aser), Nabi (Naftali) e Geuel (Gade). 

Moisés os orientou a colher informações sobre a geografia do lugar (relevos e rios), a qualidade e a produtividade do solo, áreas agrícolas e florestas, aspectos gerais dos moradores, nível de segurança das cidades, e por fim solicitou que fossem colhidas amostras dos frutos ali produzidos. Por quarenta dias os espias sondaram a terra. Partindo de Cades–Barnéia, chegaram ao sul de Canaã por Hebrom e dali se dirigiram ao extremo norte pelo caminho próximo ao mar Mediterrâneo. Após alcançarem Reobe, o grupo regressou a Hebrom, desta vez pelo Vale do Jordão. Antes de voltarem para o acampamento, os espias se ativeram em Ecol, de onde colheram cachos de uva para apresentarem aos israelitas. 

Embora o povo tenha ficado admirado com os frutos trazidos de Canaã, o relatório dos espias não foi recebido com o mesmo entusiasmo. Segundo eles, a terra era realmente  boa, manando leite e mel conforme havia sido prometido por Deus. Porém, os habitantes locais eram muito poderosos, as cidades eram grandes e fortificadas, os amalequitas já dominavam a terra do Neguebe, as montanhas eram habitadas por tribos cananitas (heteus, jebuseus e amorreus), e pelo caminho, ainda estavam os filhos de Anaque, homens tão altos, que fariam os israelitas se sentirem como gafanhotos prontos para serem pisados. Ao ouvirem estas palavras, o povo foi subitamente tomado por grande desanimo, considerando impossível a conquista de território tão hostil, a mesma opinião de dez dos doze espias. Aquela foi uma noite de choro e murmurações.

Josué (da tribo de Efraim) e Calebe (da tribo de Judá) foram as únicas exceções. Eles estavam maravilhados com a terra e nem um pouco preocupados com os inimigos que teriam que enfrentar.  Ambos se inflamaram a esforçar o povo, encorajando-os a não terem medo dos cananitas, pois Deus estava ao lado dos hebreus, e os inimigos seriam devorados como se fossem pães (Números 14:9).

Porém, os filhos de Israel não deram ouvidos a estas palavras, e imediatamente se levantou grande rebelião contra Moisés e Arão, exigindo um retorno imediato ao Egito, nem que para isso fosse necessário escolher um novo comandante. Por serem contrários a este desejo retrógrado, Josué e Calebe foram hostilizados pelo povo, e só não foram vitimados por um apedrejamento público porque Deus bradou com poder e grande fúria na tenda da congregação.  Falando à Moisés, o Senhor revelou que não tolerava mais a incredulidade daquela gente, que os estava rejeitando como nação eleita e que o povo seria ferido de morte. Em decorrência da intercessão de Moisés, Deus não destruiu a nação de Israel em Parã, mas jurou que todos os homens que viram os sinais realizados no Egito , mas desobedeceram sua voz, não entrariam na terra prometida. A partir daquele dia, Israel peregrinou quatro décadas, um ano para cada dia de espionagem, até que toda aquela geração morresse no deserto. As únicas exceções foram Josué e Calebe.

Josué era filho de Num, eframita nascido no Egito que passou a ter maior destaque nacional quando foi escolhido para comandar os hebreus na batalha de Redifim contra os amalequitas (Êxodo 17:8-16). Seu nome era Oséias (que significa “Salvação), porém, Moisés passou a chama-lo de Josué (Deus é a Salvação). Durante os anos de caminhada pelo deserto, ele se tornou um tipo de “assessor” de Moisés, acompanhando seu mentor em todos os eventos de relevância. Foi o único autorizado a subir com Moisés ao Sinai quando este recebeu os mandamentos. Também guardava a porta da tenda enquanto Moisés falava com Deus. Com a morte de Arão, tornou-se o braço direito do grande líder e seu sucessor imediato. Quando Moisés também morreu, coube a ele a responsabilidade de atravessar o Jordão e conduzir Israel a tomada da terra prometida. Ao todo, Josué liderou a conquista de 33 territórios. 

Calebe por sua vez, era um judeu filho de Jefoné que exerceu exímia liderança na tribo de Judá durante duas gerações. Era um homem dotado de muitas virtudes do qual o próprio Deus deu impressionante testemunho. Por sua perseverança e fé, o Senhor lhe fez duas grandes promessas: ele sobreviveria ao deserto e herdaria a terra que espiou (Números 14:34). Ele lavrou este juramento em seu coração, e nem mesmo a passagem dos anos foi capaz de minar sua fé nas promessas.


domingo, 21 de fevereiro de 2016

Simpósio da Família com Pr. Wilson Gomes



Na noite deste domingo, 21/02/2016, foi realizado o fechamento do “Simpósio da Família”, evento que marcou nosso fim de semana com muito aconselhamento familiar, e uma palavra profética sobre as famílias, hoje, sem sombra de dúvidas, o alvo prioritário de Satanás. O palestrante deste segundo dia de reunião fraternal foi nosso pastor regional, Pr. Wilson Gomes.

Com base no texto de Efésios 6:1-4, nosso palestrante focou sua ministração nas relações entre pais e filhos, ressaltando que a responsabilidade da educação de um rebento é exclusiva de seus progenitores, pois a escola secular prove conhecimento.

Um filho é formado da fusão de uma semente paterna depositada no solo abençoado da maternidade. Desta fusão divinamente planejada, surge uma nova vida, que carregará por toda a existência, as marcas genéticas, intransferíveis, inegáveis e imutáveis de seus pais. A partir deste momento, pai e mãe não podem mais se esquivar de suas responsabilidades.

A Bíblia dá atenção especial as relações familiares, e dentro dela encontramos os segredos de um lar bem-sucedido. Atencioso a esta questão, o apóstolo Paulo recheou suas epístolas com aconselhamentos familiares, frisando que o cuidado que temos com nossa família é um parâmetro para medir nossa vida cristã (I Timóteo 5:8). Assim, faz-se necessário que estejamos enquadrados nos desígnios de Deus para executa-los com zelo e amor dentro de nossa morada, transformando a “casa” em um “lar”. CASA pode ser definido como qualquer edifício destinado a morada de alguém, mas o LAR pode ser entendido como um ambiente de harmonia onde as pessoas vivem e se sentem bem.

Pelo padrão bíblico, o núcleo de uma família é essencialmente formado por pai, mãe e filhos. Nesta equação, cabe ao homem o papel de “cabeça da casa”, exercendo liderança social e espiritual junto aos seus (Efésios 5:23 / I Coríntios 11:9). Sob ele recai uma tríplice função, que em via de regra, não pode ser rejeitada, postergada ou abandonada: rei, profeta e sacerdote. Este ministério tridimensional engloba todas as atribuições designadas pelo criador ainda no jardim do Éden, bem como os encargos espirituais decorrentes de sua autoridade paternal (Gêneses 1:27-29; 2:15-25, 3:17-20). 

Como “rei”, ele deve dominar com austeridade sobre sua casa, fazendo desta liderança o seu parâmetro para qualquer outra atividade secular que venha desenvolver (I Timóteo 3:4). Cabe ao homem arcar com sustento de seu lar, provendo alimento, moradia e vestuário, bem como alicerçar sua casa em princípios morais e estabelecer pilares emocionais em sua família. Como “profeta”, cabe ao pai ser um porta-voz de Deus para sua prole, ensinando os preceitos divinos e zelando pela Lei do Senhor. Neste aspecto, ele “literalmente” traz Deus para dentro de sua casa, tanto por meio de suas palavras (ensinamentos), quanto por suas ações (exemplos). Já no ofício sacerdotal ele faz o caminho inverso, levando sua família até Deus por meio de orações, súplicas e consagrações diárias.

A mulher por sua vez e a genitora da vida, portadora da semente divina. Desde os primeiros dias de gestação, a ligação com o feto, ou melhor, a sintonia com seu filho já é espetacular. Ainda ali, já aflora um amor que supera a tudo e a todos. Não importa o frio, a fome, o sono ou a dor, a mãe está integralmente presente, protegendo, acalentando e abençoando aquele ser indefeso, que ela defende com unhas e dentes. Esse amor só faz aumentar, nunca cessa e jamais lhes será tirado. Mas não para por aí... Quando analisamos o texto de Provérbios 31, nos deparamos como uma série de virtudes inerentes ao “ministério da edificação”, que no âmbito familiar, deve ser exercido pela mulher com plenitude de sabedoria. Obviamente, na conjuntura social em que vivemos, as funções exclusivistas destinadas a “pais” e “mães” estão intrinsecamente miscigenadas, sendo compartilhadas de forma profícua para a sustentabilidade da família. Quando os pais trabalham em prol de seus filhos, e como se servissem com zelo ao próprio Deus.  

O primeiro mandamento com promessa é para os filhos que honram, respeitam e obedecem aos pais (Efésios 6.1-3). Os filhos que assim procedem terão à sua disposição algumas promessas: as coisas irão bem a seu favor, terão uma vida boa e viverão muito tempo sobre a terra, desfrutando da longevidade de dias. Os olhos que zombam do pai ou desprezam a obediência à mãe pagarão um alto preço (Provérbios 30:17). Quando os pais tentam ensinar, é preciso procurar aprender, porque a vida não ensinará com o mesmo amor. A experiência dos pais enxerga muito além da pista boa e pavimentada que estamos vendo no momento. A experiência dos pais sempre vê a ponte caída lá na frente.

Os filhos precisam entender que há normas e princípios para obedecer, pois onde não tem regulamento, tudo vira “bagunça”. Os filhos devem se comportar de tal maneira que levem seus pais a se sentirem felizes pelos filhos que têm.  Eles não podem ser motivo de tristeza e vergonha para seus pais, se entregando às aventuras perigosas deste mundo, principalmente naquilo que os pais não ensinaram. O apóstolo Paulo menciona três motivos para que os filhos sejam obedientes aos pais, sendo eles: a natureza, a lei e o Evangelho. Em primeiro lugar, a obediência dos filhos aos pais é uma lei da própria natureza (Efésios 6:1), pois é o comportamento padrão de toda a sociedade. Em segundo, é uma lei (Efésios 6:2-3). Honrar pai e mãe é honrar a Deus (Levíticos 19:1-3). Resistir a autoridade dos pais é insurgir-se contra a autoridade do próprio Deus. Por último, o Evangelho (Efésios 6:1) Os filhos devem obedecer aos pais porque eles são servos de Cristo. Os filhos devem obedecer aos pais por causa do relacionamento que têm com Jesus Cristo.

Nenhum relacionamento unilateral é saudável. Toda relação aprazível e produtiva se baseia numa via de mão dupla, onde muitas vezes é preciso perder para ganhar. Os pais são a autoridade constituída de um lar, tendo a premissa nas decisões e responsabilidade nas escolhas que norteiam sua família. Isto, porém, não lhes dá direito ao autoritarismo desmedido e nem justifica uma ditadura retrograda. É preciso dialogo, entendimento e companheirismo, para que as divergências sejam equalizadas numa solução aceitável a todos os envolvidos.

Que todo o “SIM” seja responsável e o “NÃO” revestido de justiça. A vida apresenta pontos salientes onde são exigidas grandes decisões que determinam nosso futuro (bem como o de nossos filhos), mas é na sutileza do dia-a-dia, através das pequenas ações, baseado em nossas posturas e atitudes cotidianas, que construímos os pilares desta relação familiar. Ida e volta.

Todo pai precisa entender que recebeu a missão maravilhosa de conduzir seus filhos a Deus. Os filhos são como um presente do Senhor, uma espécie de joia fina e muito rara, que precisa ser lapidada com esmero e amor. Conduzir, preservar e preparar os filhos para Cristo é dever de seus progenitores. Podemos comparar os filhos com os vasos. Um vaso foi fabricado para ser cheio de algo, mas alguém precisa escolher o conteúdo e despejá-lo ali. Cristo é este conteúdo que está destinado para eles (Colossenses 4:7). A primeira noção espiritual que os pais precisam ter com relação aos filhos que Deus lhes deu, é que eles precisam ser cheios de Cristo.

Quando um filho nasce, seus pais têm a oportunidade de compreender com um pouco mais de propriedade o amor do próprio Deus. Afinal, para aquele pequeno ser que acaba de chegar ao mundo, é destinado todo o afeto e cuidados que seus progenitores são capazes de gerar. Amor sacrificial, incondicional e irrestrito, externado em total devoção, mesmo sem (na maioria das vezes) receber nada em troca, da mesma forma que Deus age em nosso favor.



sábado, 20 de fevereiro de 2016

Simpósio da Família com Pr. Luiz Inácio Silva



Na noite deste sábado, 20/02/2016, foi aberto oficialmente o “ Simpósio da Família”, com o intuito de promover orientação e aconselhamento familiar aos membros da igreja. O palestrante especialmente convidado para esta reunião foi o Pr. Luiz Inácio Silva (Catedral Sede – Mogi Guaçu SP), que ministrou sobre a posição da família cristã no atual cenário social da pós modernidade.

Na Idade Antiga, a religião exercia forte influência sobre o estado, impondo a sociedade uma cultura teológica, onde Deus e a Igreja estavam no centro de tudo, impassível de questionamento.  Na idade Média, a visão de mundo sobre a perspectiva da religião começou a ser questionada, entrando numa verdadeira era metafisica, fazendo uma transição do espiritual para o materialista. A Igreja reagiu com violência a estas mudanças, e acabou se desgastando com a sociedade. Na Idade Moderna, uma serie de revoluções modificaram o mundo, e a crença no espiritual se fragilizou. A sociedade passou a crer no que é visível e tangível, desenvolvendo muita tecnologia e subsidiando uma vida mais confortável. Acreditava-se que este mundo responderia as questões mais relevantes sobre a vida, e que finalmente o homem seria feliz. Isso não aconteceu.

Chegamos então a Idade Pós Moderna, onde a visão materialista do mundo se consolidou. A Bíblia passou a ser tratada como um livro retrogrado e ultrapassado, não servindo mais de parâmetro para o comportamento humano. Muitas instituições foram profundamente afetadas por esta nova “visão hedonista” foi o núcleo familiar, formado por pai, mãe e filhos. Em decorrência da banalização do divórcio, o número de “famílias monoparentais” (onde os filhos são criados por apenas um dos pais) se exponencializou. O casamento é uma instituição estabelecida pelo próprio Deus, e aos olhos do Senhor é indissolúvel, devendo ser

Outro modelo familiar da pós-modernidade são as famílias oriundas de produção livre ou independente, onde os filhos convivem com pais que não são legalmente casados. Muitos jovens têm desenvolvido uma vida sexual ativa antes de contrair matrimonio, abrindo margem para gravides indesejáveis que culminam em núcleos familiares desfacelados. A beleza da virgindade está sendo desprezada e a santidade é relegada ao ostracismo. Mas Deus nos chamou para sermos Templo do Espírito, Tabernáculo Santo e Casa de Deus.

O mais controverso modelo familiar da pós-modernidade são as famílias homoafetivas, onde os dois genitores de uma criança são do mesmo sexo. Este tipo de relação familiar é antibiblica e põem em risco a própria existência da espécie, pois sem as relações homem e mulher, não pode haver fecundação da vida. Políticos ativistas têm tentado modificar as leis brasileiras, e até mesmo alterar os textos bíblicos para defender suas ideologias homossexuais. Uma aberração moral.

A Pós-Modernidade trouxe à baila o conceito de pluralismo, onde nenhuma verdade absoluta é aceita. É uma era de artigos indefinidos, onde cada cabeça tem sua sentença, e sustentar um conceito cristão pode ser considerado um ato preconceituoso e até mesmo criminal. Será preciso muita coragem para se posicionar contra o pecado e a imoralidade, pois ser amigo de Deus nos faz inimigos do mundo.

Outro conceito nocivo de nosso tempo é o “relativismo”. Neste conceito, tudo é relativo e nada é definitivo ou definido. A sexualidade, a família, a sociedade, o sagrado... Tudo é questionável e interpretativo, nada é certo ou errado, todos os caminhos são trilháveis, toda forma de amor é válida é justa. Mas a Bíblia não deixa margens de interpretação quando Jesus se define como único caminho, a verdade absoluta e a vida definitiva. É preciso uma urgente compreensão de nossa condição diante de Deus.... Somos filhos e servos, e precisamos ama-lo e respeita-lo como Senhor absoluto de nossas vidas, nos colocando a mercê de sua santa vontade. É preciso ser grato, pois o Reino é Dele, e Ele nos escolheu para tomarmos parte da sua Glória.

Que nossa família não se esquive de sua responsabilidade cristã diante dos desafios morais da pós modernidade. Postura e comprometimento são os segredos para uma vida familiar abençoada, íntegra e muito feliz.




sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Artigo - Espondilite Anquilosante



Élita Pavan
Estudante de Fisioterapia

A Espondilite Anquilosante (EA) é uma doença sistêmica inflamatória crônica caracterizada por acometimento primário do esqueleto axial, especialmente as da coluna, quadril, joelhos e ombros. Tem a característica de acometer predominantemente indivíduos do sexo masculino na segunda e terceira décadas de vida.

O diagnóstico leva em conta os sinais e sintomas, os resultados de exames laboratoriais de sangue e os achados radiográficos nas articulações da região sacroilíaca. O diagnóstico precoce é de extrema importância para evitar a progressão da doença e suas complicações.

Causas

Não é conhecida a causa para a Espondilite Anquilosante (EA). No entanto, nos últimos anos, têm sido feitos progressos na compreensão dos mecanismos que desencadeiam o processo patológico e os potenciais agentes responsáveis. 

É conhecida há algum tempo a associação da EA com um antígeno específico, o "antígeno HLA-B27." A transmissão genética deste antígeno explica que a EA apareça com mais frequência em certas raças e dentro delas, em certas famílias. A posse do antígeno HLA-B27 parece provocar uma resposta anormal da pessoa para a ação de certos microrganismos. É provavelmente a combinação destes dois fatores que desencadeia a doença.

Sintomas

A manifestação inicial da espondilite anquilosante é dor lombar que persiste por mais de três meses, abranda com o movimento e aumenta com o repouso. Essa dor pode irradiar-se para as pernas e estar associada a uma rigidez da coluna mais acentuada no começo do dia. Tais sintomas podem desaparecer espontaneamente (são intermitentes) e recidivar depois de algum tempo. Outros sintomas são o comprometimento progressivo da mobilidade da coluna que vai enrijecendo (anquilose), da expansão dos pulmões e aumento da curvatura da coluna na região dorsal. Com a evolução da doença, a tendência é a dor tornar-se mais intensa, especialmente à noite.

Tratamento

Atualmente, não existe cura para a doença. No entanto, existem vários medicamentos eficazes e técnicas de reabilitação que permitem aliviar a dor e melhorar a mobilidade, possibilitando uma boa qualidade de vida.

Os anti-inflamatórios não-esteroides (AINE) constituem sempre, salvo estejam contraindicados, a abordagem inicial do tratamento, conseguindo na maioria dos casos reduzir e por vezes mesmo suprimir a inflamação. O controlo da inflamação permite o alívio da dor e da rigidez, permitindo um melhor repouso durante a noite. Podem ser utilizados por períodos prolongados de tempo, com as devidas precauções. 

Um dos aspectos mais importantes do tratamento são os exercícios de reabilitação ao nível da coluna vertebral e exercícios respiratórios, de modo a fortalecer os músculos da coluna e evitar a rigidez e perda de mobilidade da própria coluna vertebral. 




Deixe Deus trabalhar em você



Todos nós precisamos de cura e crescimento emocional. Trata-se de uma atitude de humildade e reconhecimento de que necessitamos de Deus e da cura do Senhor. 

Quando temos uma ferida, colocamos um curativo e tapamos a ferida, mas ela continua lá, e, quando esbarramos em algo, sentimos dor novamente. Assim é a ferida emocional, também, tapamos fingindo que não está lá, mas de lá ela não saiu. E, quando acontece alguma coisa que mexe com o nosso emocional, sentimos novamente aquela dor. 

Para sermos curados, é necessário tirarmos o curativo para que Deus derrame seu bálsamo curador. Há pessoas que não conseguem se apropriar da cura de Deus para os traumas emocionais. E Deus, paciente e cuidadosamente, inicia o tratamento do nosso coração. Mas, quando ele já está quase curado, o ferimento começa a coçar. A pessoa diz: “Não, eu não posso esquecer; não vou deixar isso barato”. O Escritor inglês Willian Shakespeare disse certa vez que “guardar magoa”, é como ingerir veneno esperando que outra pessoa morra. Solte as amarras emocionais com o perdão

Frequentemente há ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas. Na realidade, são esses sentimentos (e não o fato em si) que nos machucam, perseguem e causam tristeza. Diariamente tais sentimentos trazem, à tona, a dor que um dia sofremos. Quando nos ressentimos (tornar a sentir; sentir muito), remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor e reforçamos o sofrimento. Autorizamos àquele que nos feriu no passado o poder de fazê-lo no presente e continuar nos ferindo no futuro. As amarras emocionais só podem ser rompidas com o perdão.

O ressentimento nos torna marionetes nas mãos de Satanás, ficamos amarrados, controlados, escravizados, fazendo exatamente o que ele quer (II Corintos 2:10,11). Cultivar o ódio é como segurar uma brasa acessa na mão, com a esperança de ferir alguém, mas na verdade, o único que realmente se fere, é aquele que a está segurando.



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

EBD - Preservando a ética no matrimônio



Material Didático
Revista Jovens e Adultos nº 98 - Editora Betel
Casamento e Família - Lição 08
Comentarista: Pr. Valdir Alves de Oliveira

Comentários Adicionais
Pb. Miquéias Daniel Gomes


Texto Áureo
I Coríntios 10:23
Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.

Verdade Aplicada
Não devemos expor o cônjuge quando estivermos enfrentando uma situação desconfortante e conflitante do nosso relacionamento conjugal.


Textos de Referência
Tito 2:2-6

Os velhos que sejam sóbrios, graves, prudentes, sãos na fé, na caridade e na paciência.
As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem; para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seu marido, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.
Exorta semelhantemente os jovens a que sejam moderados.


A beleza da imperfeição
Comentário Adicional:
Pb. Miquéias Daniel Gomes

Localizada na cordilheira do Himalaia, o Monte Evereste é o ponto mais alto do planeta. Seus 8.884 metros de altura desafiam alpinistas de todo o globo, desde que em 1953, Edmund Hillary e Tenzing Norgay, provaram ser possível chegar ao topo da poderosa montanha. Calcula-se que mais de oito mil pessoas tentaram repetiram este feito, mas apenas duas mil pisarão no terreno que é considerado o “teto do planeta”. A escalada requer meses de preparação e muito investimento financeiro (em torno de U$$ 60.000,00). A subida leva semanas, onde os aventureiros precisam de muita motivação para enfrentar o ar rarefeito (que torna a respiração numa experiência torturante) e o frio congelante de até -70 Cº. Somente com muita obstinação, preparo psicológico e força de vontade, é que alguém consegue vencer os milhares de metros vertiginosos e chegar ao cume da montanha. A vista é maravilhosa lá em cima, e sensação é uma mistura de êxtase e emoção, afinal, todo o planeta está debaixo dos pés de um simples mortal. Mas todo este frenesi tem uma curta duração... Não existe condições favoráveis para a sobrevivência no topo do Evereste, e passados poucos minutos da “conquista”, é preciso começar a descer.  Se é difícil conquistar o topo, é impossível ficar lá em cima por muito tempo. E a descida é ainda mais perigosa. Estima-se que mais de duas centenas de pessoas não retornaram para casa depois de se aventurar na montanha, e que 56% delas, morreram depois de conquistar o topo. Podemos comparar o casamento como uma grande e desafiadora montanha, que vitimiza sumariamente quem se aventura sem planejamento e dedicação. Cada “metro” avançado, porém, nos torna melhores, mais fortes e mais preparados, nos dando condições para alcançar posições cada vez mais altas, rumo ao topo. E ali, acima das nuvens, está o alvo a ser alcançado: a plenitude do relacionamento... Chegar ao topo é finalmente calçar os pés no solo de um casamento perfeito... O problema é que para nós, seres humanos, a próximo passo depois do “topo” é exatamente a “descida”.

Aqui reside a beleza da imperfeição. Somos seres imperfeitos, com motivações ambíguas, emoções instáveis e desvios acentuados de caráter. O casamento eleva essas falhas ao quadrado, e potencializa nossas imperfeições. O tempo vai revelando quem somos ao nosso cônjuge, e abrindo nossos olhos aos defeitos de quem amamos. Esta revelação paulatina é responsável pelo desgaste que corrói o matrimônio, e resulta em finais trágicos e dolorosos. Mas são exatamente estas imperfeições que abrem espaço para melhorias continuas. Não seria possível melhorarmos dia após dia, se alcançássemos um padrão de perfeição já no início. Tudo ficaria monótono e chato, reprimindo toda a necessidade da dedicação. Quem erra, está mais perto de acertar da próxima vez. As falhas de um cônjuge são os mais eficientes testes para o amor do outro. Ninguém jamais terá um casamento perfeito, mas continuar a busca-lo é exatamente o que mantem acessa a chama da devoção, que nos torna constantes rumando montanha acima. O segredo dos casamentos mais bem-sucedidos não é chegar ao topo, mas nunca desistir da escalada.

Em I Coríntios 13, Paulo deixa claro que enquanto vivermos nesta terra, jamais chegaremos a perfeição. Nossa contemplação das verdades mais relevantes ainda é feita por um “espelho embaçado”, onde vemos apenas uma parte do todo. Quando contemplarmos a face de Cristo, toda imperfeição será aniquilada, e então poderemos ver os mistérios espirituais com clareza e compreensão. Quando tudo que é efêmero e parcial se dissipar, permanecerão apenas a fé, a esperança e o amor, sendo que o amor, é a maior de todos eles. Hoje, nosso amor é falho e incompleto.... Para vivencia-lo com maior intensidade é preciso incrementar nossas relações com respeito, sabedoria, sacrifícios, renuncias e fidelidade. São estas as ferramentas que nos mantem na montanha, enfrentado os perigos da escalada com alegria e destemor. Quando escalamos a montanha, não devemos nos focar em chegar ao topo, mas sim consideramos que cada passo dado para cima, está nos levando para mais perto de Deus.


Os segredos do casamento

Preservar a ética no casamento leva o casal a viver em harmonia, sem desrespeitar um ao outro, guardando somente para os sois aquilo que não deve ser divulgado. Ao contar os segredos do casamento para alguém, logo poderá se arrumar ou conseguir alguém que “resolva” o problema. Porém, correrá o risco de se envolver em relações extraconjugais. O que se passa dentro do lar, só os cônjuges e Deus deverão saber. Não exponha sua vida conjugal a terceiros, parentes, irmãos de igreja e colegas. Não divulgue nada da sua intimidade. O que se passa é assunto seu e do seu cônjuge. Devem ser evitados comentários sobre as intimidades do casal, pois as pessoas não esquecerão o problema, mesmo depois de resolvido. Se tiver algum problema, procure um especialista. Hoje em dia existem soluções para quase todos os tipos de problemas íntimos. Evite também fazer elogios na intimidade, pois é perigoso. Preserve os princípios bíblicos com relação ao sexo (Romanos 1:26-27 / Hebreus 13:4). Cuidado! Cada membro do corpo tem a sua função (Romanos 12:4 / I Coríntios 12:17-18). Que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra (I Tessalonicenses 4:4). Busque resolver sempre os problemas em família, sem expor os seus componentes, praticando boas maneiras e tomando decisões coerentes. As intimidades não devem ser divulgadas! Sendo templo do Espírito Santo (I Coríntios 6:19), devemos ter a pureza sexual. Em outras palavras, pecar na área sexual (ver as obras da carne em Gálatas 5:19-21) é rejeitar a santificação que o Espírito Santo nos dá (I Tessalonicenses 4:7-8).

As necessidades cotidianas não devem ser expostas. Não conte a sua vida financeira para ninguém. As dívidas são assunto particular do casal. Os problemas financeiros passam, não os publique. A falta de alimentos é circunstancial, não fale aos outros. Não exponha as suas necessidades como a falta de azeite na botija, de farinha na panela, de roupa, de uma conta vencida, a não ser para uma pessoa que irá ajudar o casal, mesmo assim faça com reservas. A nossa escassez contamos para Deus. Devemos pedir a Deus que dê sabedoria aos cônjuges. Sabedoria para falar, sabedoria para ficar calado. Sabedoria para contar a Deus todos os seus problemas. Que todos venham depositar totalmente a sua confiança em Jeová Jireh, o Deus que provê, guarda e sustenta as famílias. Louvando e exaltado seja sempre o nosso Senhor!

As discussões não devem ser publicadas. Se o casal não divulgar as suas divergências, passará despercebido. Casal é assim mesmo, hoje está inflamado um contra o outro, amanhã tudo estará bem. Se tiver contado a alguém, as pessoas sempre vão nos ver de acordo com as nossas divergências publicadas e saberão sempre da nossa vida particular. Os assuntos tratados de forma calorosa devem ficar entre o casal. Precisamos ter sabedoria para não expor ninguém. Devemos guardar e não divulgar para quem quer que seja. “Segredo” é coisa que não se deve dizer ou não deve ser do conhecimento de outrem. Segredo é coisa que não se divulga e que se mantém em sigilo, coisa confidencial. O casal deve guardar o segredo do seu leito, da sua despensa, das suas divergências. Nunca divulgar os seus atritos ou crises. Nunca expor um ao outro. A exceção se dá para pedir socorro e, mesmo assim, a solicitação deve ser feita profissionalmente e, de preferência, espiritualmente, a pessoas gabaritadas para aconselhar. Jamais deve se pedir conselhos a leigos e neófitos.


Sal na dose certa
Comentário Adicional:
Pb. Bene Wanderley

A Bíblia nos informa que somos a luz do mundo e sal da terra (Mateus 5:13-16). Portanto toda a nossa vida deve refletir o carácter cristão que está contido nas escrituras, até mesmo nos nossos relacionamentos, sejam eles quais forem. Como a nossa lição está tratando da ética no matrimônio, exporemos aqui alguns conselhos bíblicos que servirá de apoio nesse assunto tão relevante, usando os dois elementos figurados do texto acima: o sal e a luz. Sabemos que o sal é um forte aliado em dar sabor aos alimentos, e que é indispensável a sua presença, pois o mesmo tem suas propriedades e valor. Jesus como sempre tentou imprimir nas mentes dos seus ouvintes verdades eternas que norteariam suas vidas em todos os aspectos, nos disse: vós sois o sal deste mundo. Em outras palavras, vocês são o tempero, são responsáveis em dar vida a este mundo mal, o elemento que fará a diferença nesta terra, assim como o sal que dar sabor aos alimentos tornando-os saborosos ao paladar. Mas, deve-se ter cuidado para não salgar demais e nem de menos. O sal representa bem a figura de uma boa ética cristã. Nos relacionamentos, principalmente dentro do casamento, esse entendimento deve permear constantemente em suas vidas. Tudo tem que ser temperado com a ética (ciência que estuda os valores morais e os princípios ideais da conduta humana).

Manter o bom senso e o respeito entre o casal é de extrema necessidade. Saber guardar a pureza das coisas e deixar de lado suas próprias verdades, que muitas vezes são excesso de sal que nada resolverá. Pelo contrário, só provocara perdas; assim como o sal em demasia estraga toda uma refeição...  E o que se faz quando se tem excesso de sal em uma comida? Se joga fora e para nada presta. A falta de ética cristã tem desvalorizado os relacionamentos e feito muitas pessoas infelizes. A vida de muita gente tem sido ceifada por este descuido. Pessoas frustradas em seus casamentos por falta da ética. Precisamos urgentemente fazer algo a esse respeito, investindo em mais seminários de relacionamento familiar, aconselhamento pastoral familiar e retiro familiar, com a ciência de essas coisas não tomarão o lugar da responsabilidade dos cônjuges. São formas de aprimorar ou fortalecer os relacionamentos das famílias.

Outro elemento de grande valia é o aconselhamento pastoral no pré- casamento. Este tipo de discipulado evita muitos transtornos pós casamento. Saber viver à dois não é tarefa fácil e muita gente não se prepara para esse desafio, que se não for levado a sério, do ponto de vista cristã, acaba sendo um fracasso total. Será como um barco velho cheio de remendos em seu casco que pode a qualquer momento se romper com a força das fortes ondas em um dia de tempestade. O casal cristão deve cultivar a boa ética cristã, saber temperar as situações adversas. Nunca se expor (ou expor seu cônjuge), ter uma mente equilibrada, focar suas energias em manter a ética cristã acima de tudo, tentar resolver as situações entre si e nunca deixar o que se pode fazer agora para se fazer depois. Buscar em Deus ainda é a melhor coisa a se fazer em todas as situações.


Evite falar de seu cônjuge

É falta de ética falar do cônjuge para outras pessoas, dizer suas fraquezas ou mazelas. Não fira a alma do seu cônjuge dizendo que ele (a) está velho (a), que não tem gosto para se vestir, etc. Não faça nada para macular a imagem da pessoa amada. Quando você ofende ou maltrata uma pessoa, fica difícil de resolver, pois é mais difícil de resolver, pois é mais fácil conquistar uma cidade fortificada do que um irmão ofendido (Provérbios 18:19). Não censure as roupas do seu cônjuge perto dos outros. Se estiver incompatível, chame-o em lugar reservado. Fale com respeito e com carinho. Se há coisas a corrigir, fale ao próprio cônjuge, com amor e respeito. Não conte seus defeitos a ninguém. Não jogue na cara coisas do passado, já resolvidas. Não use dos erros do cônjuge para errar também. Não menospreze o seu cônjuge pelo pouco estudo que tem ou porque ganha menos do que você. Agradeça a Deus pelo seu salário. Falar mal do cônjuge é uma grande falta de ética. Não se deve contar os defeitos do cônjuge para ninguém. Nem para pai, mãe, irmãos da igreja, colegas de trabalho, vizinhos, entre outros. Devemos abolir do nosso vocabulário palavras negativas, como: burro(a), analfabeto(a), porco(a), bola, besta, idiota, palhaço(a), etc.

Não repreenda o seu cônjuge na frente de outras pessoas. Não trate asperamente (Colossenses 3:19). Não elogie outros cônjuges na frente de seu cônjuge. Não critique o seu cônjuge em momento nenhum. São ridículas as brigas na rua ou dentro de estabelecimentos. Evite discussões perto das crianças. Não xingue o seu cônjuge. Não o chame com nomes depreciativos. Espere chegar em casa para tratar de assuntos que requerem reflexão. Discutir na frente dos outros é feio e nos torna sem educação. Discutir na frente dos outros é uma tremenda falta de ética. Vale a pena ser destacado que, na passagem bíblica de Colossenses 3.19, o apóstolo Paulo lembra aos maridos da responsabilidade que lhes convém: A advertência “não as trateis com amargura” é uma lembrança bastante saudável de que o amor de Cristo deve ser exercido de modo realista e que deve ter uma influência controladora sobre o nosso caráter e a nossa vida durante todos os dias. Numa artimanha estranha do comportamento humano, podemos frequentemente ferir impensadamente as pessoas que mais amamos. Portanto, a recomendação do apóstolo Paulo é bastante plausível para todas as épocas, pois os maridos devem seguir piamente o exemplo de nosso Senhor Jesus Cristo, isto é, amar suas esposas como Ele amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela (Efésios 5:25).

Evite piadas maldosas, pois ofendem e causam ódio e mágoa. Não faça nada para macular a imagem de uma pessoa da família. Se há divergências, fique calado. Quanto ao que incomoda muito, converse amigavelmente. Veja o exemplo de convivência harmoniosa de Rute e a sogra de Noemi (Rute 1:16-17); Pedro chamando Jesus para curar a sua sogra (Marcos 1:29-31). Não deixe também os parentes interferirem no seu casamento. Tente se relacionar com os parentes sem afetar o casamento. Falar mal da família do cônjuge é uma notável falta de ética. Há cônjuges que tem prazer em fazer piadas maldosas sobre os parentes, inclusive as sogras, alvos prediletos deste tipo de pessoa. É aconselhável aos fazem uso dessa prática, pedir perdão e a não praticar mais isso. Não acrescenta nem edifica. Ainda se corre o risco de causar um tremendo mal-estar no meio da família, principalmente se o parente não for cristão.

Construindo Relacionamentos
Comentário Adicional:
Pr. Wilson Gomes

Nascemos não por mero acaso ou obra do destino. Para chegamos aqui houve luta, disputa, competição. Vencemos uma maratona que em proporção equivaleria a 5 km contra milhões de concorrentes. E agora que aqui estamos, precisamos fazer valer a grandiosidade dessa “dádiva conquistada” chamada vida, deixar nossa marca na história e estabelecer um legado para a posteridade. Em nome do amanhã, a humanidade sempre investiu no hoje, inventando, reinventando e evoluindo, construindo algo novo, visando o sucesso e a prosperidade da espécie.  Porém, o grande desafio construtivo que enfrentamos ao longo da nossa vida não são aquelas construções que usam tijolos, areia, cimento e outros suprimentos de alvenaria. Todo o dia estamos tentando construir relacionamentos pessoais e interpessoais, simples amizades, ou, um amor que dure a vida inteira.... Enfim, somos humanos, temos carências que só serão supridas por outra pessoa e é aí que às vezes, em face de ilusão, nos perdemos e caminhamos lado a lado com a dor e o sofrimento oriundo de relações frustrantes. Construir requer planejamento e execução esmerada. Não é sair por aí dando marteladas aos quatro ventos e assentando tijolos onde a vontade mandar. É necessária uma estratégia. Jerusalém estava em ruínas quando os judeus voltaram do exílio na Babilônia. Para reerguer a cidade foi necessário estabelecer prioridades. Embora o grande objetivo fosse reconstruir o santuário, antes da inauguração definitiva do templo e do retorno das atividades sacerdotais, Neemias precisou intervir e reconstruir as muralhas. Muros servem para proteger as construções principais, para dar segurança ao que está sendo construído e a seus construtores.

Quer construir um namoro?  Priorize em antes construir muros de contenção para se proteger. Invista em amizades leais e fraternas. Cada amigo será um tijolo e a amizade o cimento que os unirá e é essa parede que impedirá a depressão de entrar na obra no dia que a decepção marcar ponto por lá. Quer construir um casamento feliz? Construa antes os muros da fidelidade e da compreensão. Eles deixaram do lado de fora a rotina, o marasmo e a falta de amor. Quer construir uma carreira de sucesso e ter um emprego estável? Levante os muros do profissionalismo e da qualificação profissional. Eles te protegeram de uma concorrência injusta no mercado de trabalho. Construir também significa que decisões importantes devem ser tomadas e escolhas difíceis necessitam ser feitas, e nestas horas é vital se ponderar sobre algo chamado custo-benefício, que é basicamente “perder” agora para “ganhar” depois. Por exemplo, alguém que gasta uma grande quantia de dinheiro para reformar sua casa, em troca recebe conforto, valorização do seu imóvel e possibilidades para bons negócios no futuro. O que você está disposto a perder para ganhar? Quais investimentos precisam ser feitos (independentemente dos custos) para que você tenha retornos positivos em sua família, no seu casamento, no seu ministério e em sua vida pessoal. Faça as contas e veja que às vezes, perder um pouco hoje significa ganhar muito amanhã.

Esta lição da EBD chega até nós como um desafio, e nos convida a avaliar os “edifícios” em nossa volta e a partir daí construir, reformar, ou reconstruir sua vida, seu casamento, seu ministério...   Às vezes estamos como Pedro no mar de Tiberíades; a noite toda sem nada apanhar, mas Jesus aparece na praia. - Filhos apanharam alguma coisa? - E Eles responderam bem alto –Não! ... - Lancem a rede ao lado direito! - Ordenou o Mestre, e então 153 grandes peixes foram trazidos para dentro do barco.  (Joao 21.1-11) O que quero dizer, é que todo processo de construção passa primeiro por ouvir Jesus, pois acredite; uma vez feito isso, além de fartura no barco, lá na praia haverá peixe e pão assado. Ele te convida para tentar uma outra vez, mas desta vez faça do jeito Dele! Seu casamento será outro!


Não desqualifique o casamento

Muitas atitudes dos cônjuges são incompatíveis com o casamento e desgastam o casal, além de serem falta de ética. Normalmente, quando se tem um assunto polêmico para tratar, os cônjuges usam o ataque pessoal, ferindo muitas vezes a moral do cônjuge, xingando a pessoa amada e até sobrando para quem não tem nada a ver com isso. Precisamos aprender a separar a pessoa de suas atitudes, porque ela pode estar sendo usada pelo inimigo. Uma atitude errada ou equivocada não pode desqualificar o outro. É necessário evitar descontrole emocional ao tratar de assuntos que envolvam sentimentos, gostos e apegos. Não devemos levar para o lado pessoal e nunca atacar a integridade física, ética e moral da pessoa amada. Em situações conflituosas, há a necessidade de civilização, de tratar dos problemas com os pés no chão, sem ofender ou ferir. Tente sempre separar as atitudes da pessoa, pois ela é a imagem e semelhança de Deus. Devemos sempre separar o lado pessoal das atitudes. Eu posso não gostar de frequentar uma igreja, mas sou amigo do pastor. Você pode até não ser amigo de uma determinada pessoa, mas precisa aprender a respeitá-la como filho(a) de Deus. Merece ser especialmente ressaltado que o sábio, independente das concepções alheias, sempre acha espaço para viver bem com todos.

Muitos regimes usados nos casamentos não são compatíveis. Por exemplo, o regime de independência não é para casados, mas sim para solteiros, viúvos, separados ou divorciados, pois o casamento é um relacionamento de cooperação, unidade, mutualidade. Agora, são dois em uma só carne. O regime militar é para quartel, para tropas, onde se presta continências, onde há rigidez, posições radicais. O regime de hostilidade é para inimigos, violências domésticas, agressões, xingamentos, grosserias, entre outros. O regime de competição é para disputas entre os cônjuges, cada um por si, medindo forças físicas e habilidades, rendimentos, fama e poder, etc. Todos estes regimes nada têm a ver com o casamento. O regime circense é para circo, palco, teatro, encenação, brincadeira, picadeiro, para quem leva a vida sem muita responsabilidade; o regime de escravidão é para trabalho forçado, chibatada, medo, subserviência, a Lei Áurea (decretada pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888, foi a lei que aboliu a escravatura em nosso país) ainda não chegou nestes casamentos.

Quando o homem toma o espaço da mulher ou a mulher o espaço do homem, há uma inversão de valores. Biblicamente falando, cada cônjuge tem a sua função, devendo ocupar o seu espaço e desenvolver as suas responsabilidades. Quando os papéis se invertem, há prejuízo e instabilidade no casamento. Há casos (infelizmente, cada vez mais comuns) em que falta o cabeça do casal no lar. Nessas situações, a mulher, como sempre guerreira poderá também assumir este papel. No entanto, se o marido estiver dentro de casa e com saúde, não é nem um pouco ético deixar toda a responsabilidade por conta da mulher.

Conclusão

A ética é uma aliada de muito destaque no casamento. Mantê-la é uma boa recomendação para que a convivência se fortaleça e ganhe harmonia. Preservar a ética é não deixar brecha para o inimigo entrar. Quer ser considerado um bom cônjuge? Siga a ética no matrimônio!




Casamento e família são os maiores patrimônios que a sociedade tem. Salvar o nosso casamento e a nossa família é algo que não tem preço. O tema é bastante salutar e propício para os dias de hoje, pois o casamento e a família são bombardeados o tempo todo. A Igreja do Senhor Jesus não pode abrir a guarda e se conformar com a concepção deste mundo tenebroso, onde o errado está passando a ser certo. Participe neste domingo, 21 de fevereiro de 2016, da Escola Bíblica Dominical, e aprenda também a proteger sua família dos ataques incessantes de Satanás.